- Wall Street caiu nesta terça-feira (12) após dados de inflação mais alta do que o esperado e tensões no Oriente Médio.
- O índice de preços ao consumidor dos EUA subiu 0,6% em abril, com alta de 3,8% nos 12 meses, o maior em quase três anos.
- Dow Jones caiu 0,31% (a 49.551 pontos), Nasdaq perdeu 1,80% e S&P 500 recuou 0,91% (a 7.345 pontos).
- O petróleo Brent subiu acima de 3,3%, para cerca de US$ 107,65 por barril; o WTI avançou mais de 3,7%, para cerca de US$ 101,75.
- Donald Trump afirmou que o cessar-fogo com o Irã está sob pressão e algumas fontes dizem que pode haver retomada de operações; o Estreito de Ormuz continua fechado.
Nesta terça-feira 12, Wall Street opera em queda após dados de inflação mais altos que o esperado e tensões no Oriente Médio manterem o radar dos mercados. O CPI mostrou alta de preços ao consumidor, com impacto sobre expectativas de juros.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor subiu 0,6% em abril, ante 0,9% em março. Em 12 meses, a inflação ficou em 3,8%, o maior since maio de 2023. Analistas veem o Fed mantendo a taxa estável por algum tempo.
Mesmo com balanços positivos de empresas, a preocupação com o Irã pressiona o mercado. O cessar-fogo é descrito pelo presidente Donald Trump como sensível, com relatos de possível retomada de operações de combate. O Estreito de Ormuz continua fechado.
Por volta de 13h30 no horário de Brasília, o Dow Jones caía 0,31%, a 49.551 pontos, o Nasdaq recuava 1,80%, a 25.801 pontos, e o S&P 500 caía 0,91%, aos 7.345 pontos.
O petróleo Brent, referência global, subia acima de 3,3%, rondando US$ 107,65 por barril. O WTI, índice dos EUA, avançava mais de 3,7%, para cerca de US$ 101,75 o barril. Movimentação acompanha a situação no Oriente Médio.
Se a reabertura do Estreito de Ormuz for adiada, a Saudi Aramco alertou que o mercado de petróleo pode levar até o próximo ano para retornar ao normal.
A notícia acompanha última atualização de fontes internacionais sobre inflação nos EUA e desenvolvimentos geopolíticos no Irã, com impacto direto nos mercados globais.
Com informações da CNN Internacional e da Reuters.
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