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Ações de varejistas de moda recuam após fim da taxa das blusinhas

Nova isenção permite compras até US$ 50; ações de varejistas caem na bolsa e refletem no Ibovespa

Roupas em arara
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  • A partir de hoje compras internacionais de até US$ 50 voltam a ter isenção do imposto de importação federal.
  • As ações de varejistas de moda recuam na bolsa, com a C&A Modas caindo 1,37%, a Lojas Renner em queda de 0,51% e a Riachuelo (-0,91%).
  • A revogação da cobrança foi formalizada por meio de medida provisória publicada no Diário Oficial da União, entrando em vigor nesta quarta-feira.
  • O anúncio ocorreu no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros.
  • A discussão sobre a isenção ocorreu há meses, entre defesa da isenção por impopularidade e impacto na arrecadação, com a medida ligada ao programa Remessa Conforme.

As compras internacionais de até US$ 50 voltarão a ter isenção do imposto de importação federal, a partir desta quarta-feira. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial e entra em vigor hoje.

Na bolsa, as ações de varejistas de moda recuam após o anúncio, ficando entre as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta (13). C&A Modas cai 1,37%, Lojas Renner recua 0,51% e Riachuelo registra queda de 0,91%.

O anúncio foi feito no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros de alto escalão. A revogação tornou efetiva a isenção para produtos comprados no exterior que custem até US$ 50.

Detalhes da medida

Funcionários públicos internos indicaram que a decisão encerra a cobrança do imposto para remessas pequenas, buscando estimular o comércio internacional e simplificar a tributação para consumidores.

A discussão sobre a isenção ocorreu nos últimos meses, com a ala política defendendo a medida por ser popular, enquanto parte do governo temia perda de arrecadação e impacto sobre a indústria nacional.

O imposto federal havia sido implementado para regularizar o comércio eletrônico por meio do programa Remessa Conforme, alinhando compradores internacionais à Receita Federal.

Desdobramentos e contextos

Especialistas apontam que a mudança pode acelerar compras internacionais de menor valor, com efeitos variáveis sobre o varejo local e a competição de preços com mercados estrangeiros.

Governo e autoridades fiscalizam o cumprimento da regra e reiteram que a medida não altera a tributação sobre mercadorias acima de US$ 50, nem sobre serviços, apenas reduz a cobrança para itens de menor faixa de valor.

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