- Futuros do EuroStoxx 50 avançam cerca de 0,74% e o petróleo recua 1%, com Brent around 106 dólares por barril.
- Conversas entre Washington e Teerã seguem estagnadas e a inflação dos EUA veio acima do esperado, destacando custos econômicos do conflito no Oriente Médio.
- Bolsas europeias se preparam para abrir em tom positivo, sustentadas pela queda do petróleo e por dados de inflação que mantêm pressão sobre preços de energia.
- Wall Street fechou em queda: S&P 500 caiu 0,2% e Nasdaq Composite recuou 0,7%, após inflação ao consumidor em abril subir no ritmo mais alto em três anos.
- Na Ásia, ações de Samsung caíram 5,7% devido a impasse em negociações salariais, sinalizando risco de greve que pode afetar produção de IA e chips.
Os mercados seguem em compasso cauteloso, com as Bolsas europeias abertas em alta, mesmo diante de negociações de paz no Oriente Médio estagnadas. O recuo do petróleo e a inflação nos EUA ajudam a sustentar o otimismo inicial, segundo análises de mercado.
Os futuros do EuroStoxx 50 avançam cerca de 0,7%, impulsionados pela queda do Brent, que recua 1% para aproximadamente 106 dólares o barril. O movimento ocorre mesmo com dados que indicam inflação americana acima do esperado, apontando para custos mais elevados de energia.
Mercados globais sob influência de energia e inflação
Na Ásia, o Nikkei subiu 0,6%, o Shanghai Composite registrou leve alta e o Hang Seng avançou 0,26%. Em Seul, as ações da Samsung caíram 5,7% após impasse com o sindicato sobre salários, sugerindo greve de mais de 50 mil trabalhadores e risco para produção de IA e chips.
Os EUA fecharam em queda, com o S&P 500 (-0,2%) e o Nasdaq (-0,7%), após a inflação ao consumidor de abril subir ao maior ritmo em três anos. A leitura aumenta a percepção de aperto monetário por parte da Federal Reserve.
As expectativas de política monetária mudaram: o mercado já precifica maior probabilidade de alta de 25 pontos-base da Fed no fim do ano, com leitura acima de 35% para dezembro, segundo a ferramenta CME FedWatch.
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