- O Brasil fechou 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos formais, totalizando 59,971 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
- Do total, 46,128 milhões são celetistas, 12,657 milhões estatutários e 1,186 milhão em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, pessoa física rural, entre outros.
- O principal setor foi serviços, com 35,695 milhões de empregos, alta de 7,2% ante 2024, seguido por comércio (10,487 milhões; +1,7%) e indústria (9,017 milhões; +1,7%).
- A remuneração média caiu 0,5% no ano, ficando em 4.434,38 reais.
- A Rais aponta maior crescimento relativo por região no Nordeste e em estados como Amapá, Piauí, Alagoas e Paraíba, enquanto a região Sudeste permanece com a maior participação de empregos (47,4%).
O Brasil fechou 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos formais em relação a 2024, segundo a Rais divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ao todo, são 59,971 milhões de trabalhadores formais no país. Desse total, 46,128 milhões são celetistas, 12,657 milhões estatutários e 1,186 milhão atuam em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, na pessoa física rural, entre outros.
A Rais também aponta que o setor de Serviços segue como principal gerador de vagas, com 35,695 milhões de vínculos, alta de 7,2%. O Comércio soma 10,487 milhões (+1,7%) e a Indústria, 9,017 milhões (+1,7%). Construção tem 2,57 milhões de vínculos (+2,5%) e Agropecuária, 1,812 milhão (+1,6%).
Desempenho por setor
No campo dos serviços, a Administração Pública registrou expansão de 15,2% no nº de empregos, com 1.483.555 vínculos. A maior parte do crescimento ocorreu em municípios (18,2%) e nos governos estaduais (10,3%). Educação teve incremento de 6,2% (212.611 vínculos) e Saúde Humana, 4,2% (142.598 vínculos).
Apesar da expansão do estoque, a remuneração média caiu 0,5%, passando a R$ 4.434,38 em 2025, segundo a Rais. O levantamento também mostra aumento no número de estabelecimentos formais, de 4,7 milhões para 4,8 milhões (crescimento de 2,1%).
Regional e federativas
A Rais aponta crescimento regional mais expressivo no Nordeste, com 10,1% e 1.076.603 vínculos, seguido pela região Norte, também com 10,1% e 354.753 vínculos. Centro-Oeste teve alta de 5,7% (322.513 vínculos). Sudeste e Sul registraram aumentos de 2,9% (807.240 vínculos) e 2,9% (285.514 vínculos), respectivamente.
Entre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo ficou com Amapá (20,5%, 31.396 vínculos), Piauí (13,2%, 74.244), Alagoas (13%, 81.633) e Paraíba (12,9%, 103.278). Em termos absolutos, as altas mais expressivas ocorreram em São Paulo (2,3%, 357.493 vínculos), Bahia (9,7%, 266.035), Minas Gerais (3,7%, 224.876) e Ceará (10,6%, 195.462).
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