- O Citi enxerga cenário construtivo e oportunidade de ganhar participação de mercado no Brasil.
- André Cury, 47 anos, assume a presidência do Citi no Brasil em meio a ambiente positivo e desafios macroeconômicos.
- O banco se beneficia de fluxos expressivos de investimento estrangeiro no país, apesar da maior seletividade no crédito.
- A CEO global, Jane Fraser, sinalizou, na última reunião de analistas, que é hora de virar e buscar crescimento, com metas de rentabilidade mais elevadas.
- O Brasil já opera acima de algumas metas globais do Citi e deve contribuir para impulsionar os resultados do grupo.
O Citi anunciou mudanças globais e nomeou André Cury como presidente da operação brasileira. O movimento ocorre em meio a um momento considerado positivo para a instituição, ainda que haja desafios macroeconômicos no radar.
Cury, de 47 anos, passa a liderar o maior banco americano no Brasil. Ele aponta que mercados locais vêm recebendo entradas expressivas de investimentos estrangeiros, apoiando a recuperação, enquanto o crédito permanece mais seletivo.
Segundo ele, o Brasil tem ganhado protagonismo dentro do grupo, com o país contribuindo para a melhoria do desempenho global. O cenário externo favorece fluxo de capital e ampliar a presença da instituição no mercado local.
A CEO global do Citi, Jane Fraser, destacou na semana passada, em reunião com analistas, que houve esforço de reorganização e que é hora de crescer novamente. Fraser fixou metas de rentabilidade, com o Brasil já superando alguns indicadores.
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