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Cury sobe no Ibovespa com valorização de 40%

Lucro recorde e ROE de 79,5% elevam a Cury, que opera acima de R$ 30; geração de caixa robusta e dividendos de R$ 160 milhões atraem investidores

Resultado do 1T26 da Cury apresentou recordes para um só trimestre em diversas linhas do balanço, incluindo o bottom line
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  • Cury subiu no Ibovespa após divulgar resultados do 1T26, com o preço das ações CURY3 variando entre alta de 6% pela manhã e 3,8% no fim da tarde, quando chegou a cerca de R$ 30,00.
  • Lucro trimestral de R$ 303 milhões, receita líquida de R$ 1,6 bilhão e EBITDA de R$ 411 milhões foram recordes para um único trimestre; ROE atingiu 79,5%.
  • Analistas destacam a margem bruta elevada, expansão do backlog e geração de caixa; o backlog e o ROE são considerados fatores de valorização.
  • Caixa gerado no trimestre permitiu distribuição de dividendos de R$ 160 milhões, com yield de aproximadamente 1,7%.
  • BTG Pactual mantém recomendação de compra com preço-alvo de R$ 44, sugerindo possibilidade de valorização superior a quarenta e seis por cento, diante de margens estáveis e desempenho de lucro.

Ações da Cury registraram valorização expressiva no pregão desta quarta-feira (13), impulsionadas pelos resultados do 1T26 anunciados antes da abertura do mercado. O papel CURY3 chegou a subir mais de 6% pela manhã, fechando em patamar positivo ao longo do dia.

O resultado divulgado mostrou crescimento sólido em lucro, receita e margem. O lucro ficou em R$ 303 milhões, com receita líquida de R$ 1,6 bilhão e EBITDA de R$ 411 milhões, todos recordes para um único trimestre. O ROE ficou em 79,5%, frente ao mesmo periodo do ano anterior.

A análise de mercado aponta que o desempenho reforça a percepção de a Cury ser uma das “players” de qualidade do setor. Analistas destacam a margem bruta elevada, a expansão de backlog e a geração de caixa robusta, que possibilitou o pagamento de dividendos de R$ 160 milhões.

Perspectivas de preço e recomendações

O BTG Pactual manteve visão otimista, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 44 para 12 meses, o que representa valorização de cerca de 46% frente aos níveis atuais. O banco destacou lucro, ROE elevado e geração de caixa, citando balanço sólido.

Em fevereiro, as ações chegaram a operar acima de R$ 40, mas recuaram cerca de 30% até meados de abril. O 1T26 forte e a perspectiva de margens estáveis diante dos custos de construção mantêm o interesse de investidores, conforme avaliações de casas de análise.

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