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Golpe do falso emprego: como agem criminosos e como se proteger

Golpe do falso emprego cresce; propostas atraentes levam dados pessoais e podem abrir caminho para fraudes financeiras

O esquema usa o nome do programa que terá venda de passagens aéreas por até R$ 200 e direciona as vítimas a sites fraudulentos
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  • O golpe do falso emprego é uma das fraudes que mais crescem no Brasil, com propostas chamativas, salários acima da média e seletivos simples.
  • Criminosos criam perfis falsos em redes sociais e plataformas de emprego oferecendo vagas que parecem legítimas.
  • Na abordagem inicial, pedem documentos pessoais, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), Documento de identidade (RG) e comprovante de endereço, além de informações bancárias.
  • Com esses dados, podem abrir contas falsas, realizar fraudes financeiras ou aplicar extorsões; muitas vítimas também chegam a pagar taxas para treinamentos ou materiais.
  • Dicas para evitar: desconfiar de ofertas muito boas, checar a autenticidade da empresa e do recrutador, não enviar documentos ou dados bancários sem confirmação, rejeitar cobranças de taxas e buscar plataformas de emprego reconhecidas.

O golpe do falso emprego é uma das fraudes que mais cresce no Brasil, segundo especialistas em segurança digital. Os criminosos costumam oferecer vagas com salários acima da média, poucas exigências e processos seletivos simples para atrair interessados.

De acordo com a Polícia Civil, os aliciadores criam perfis falsos em redes sociais e em plataformas de recrutamento, simulando vagas legítimas. O contato inicial dá início ao esquema, que passa a pedir documentos como CPF, RG, comprovante de residência e informações bancárias.

Com esses dados, os criminosos podem abrir contas, realizar fraudes financeiras ou praticar extorsão. Muitas vítimas também são levadas a pagar taxas para participar de treinamentos ou adquirir materiais que prometem facilitar a contratação.

Para evitar cair nesse golpe, especialistas recomendam desconfiar de propostas muito vantajosas, verificar a autenticidade da empresa e do recrutador, não enviar documentos ou dados bancários sem confirmação, e rejeitar cobranças de taxas. Utilize plataformas reconhecidas de emprego e mantenha os dados protegidos.

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