- Neel Kashkari, presidente da distrital do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, disse que a inflação dos EUA parece mais preocupante do que no início do ano.
- Ele atribuiu parte da pressão inflacionária a choque na oferta global de petróleo, que pode levar meses para se dissipar, mesmo com possível reabertura do Estreito de Ormuz.
- Kashkari afirmou não ter ficado surpreso com o avanço do índice de preços ao produtor (PPI), que subiu 1,4% em abril na comparação mensal, o maior avanço em quatro anos.
- O dirigente reiterou o compromisso do Fed em cumprir seu mandato de inflação estável e pleno emprego.
- O comentário: mesmo diante de sinais de inflação mais persistente, ele sinalizou paciência na avaliação de próximos movimentos da política monetária.
Neel Kashkari, presidente da distrital do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, disse que a inflação dos EUA parece mais preocupante do que no começo do ano. Ele apontou que o choque na oferta global de petróleo pode levar meses para se dissipar, mesmo com a possível reabertura do Estreito de Ormuz.
A declaração foi feita após o Departamento de Trabalho dos EUA divulgar o índice de preços ao produtor (PPI) de abril, que mostrou alta de 1,4% na comparação mensal. Kashkari afirmou não se surpreender com o avanço do índice.
Segundo ele, o impacto do choque de oferta no petróleo ainda não se esgotou e pode influenciar a inflação de forma persistente. O dirigente ressaltou o compromisso do banco central com o cumprimento do mandato de estabilidade de preços.
Kashkari reforçou que o Fed continuará monitorando os dados e agindo conforme necessário para manter a inflação sob controle. O discurso ocorreu em meio a sinais de volatilidade no mercado de energia e a incertezas geopolíticas na região do Oriente Médio.
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