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Metrô de SP registra queda de 45% no prejuízo e aumento de receita no 1T26

Receita operacional sobe 6% no 1T26; prejuízo líquido cai 45,7% e resultado financeiro vira superávit, com lucro bruto em forte alta

Greve metrô SP
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  • Receita operacional líquida de 698 milhões, alta de 6,0% frente ao 1T25, puxada pelo aumento de passageiros e pela tarifa pública reajustada.
  • Receita tarifária de 496 milhões, avanço de 4,2% na comparação anual, com tarifa pública em 3,85% de alta e volume de passageiros tarifados +1,3%.
  • Receita operacional bruta de 712 milhões, elevação de 5,6% em relação ao 1T25, com contribuição de receitas tarifárias e não tarifárias.
  • Prejuízo líquido caiu 45,7%, para 139 milhões, e houve virada do resultado financeiro para superávit de 13 milhões; lucro bruto ficou em 35 milhões, aumento de 346,2%.
  • Volume total de passageiros foi de 118,4 milhões no 1T26, 2,2% acima do 1T25; Bilhete Único respondeu por 57,5% das viagens, com média de 756 mil entradas diárias.

O Metrô de São Paulo divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). A receita operacional líquida ficou em 698 milhões, alta de 6,0% em relação ao 1T25, impulsionada pelo aumento de passageiros e pelo reajuste da tarifa pública.

A receita tarifária totalizou 496 milhões no trimestre, expansão de 4,2% ante o 1T25. O crescimento foi puxado pela tarifa pública em 3,85% e pela elevação de 1,3% no volume de passageiros tarifados. A receita operacional bruta atingiu 712 milhões, alta de 5,6%.

Os custos e despesas recuaram 6,8% frente ao 1T25, com destaque para uma redução de 13 milhões em gastos com pessoal. O lucro bruto passou de 10 milhões no 1T25 para 35 milhões no 1T26, alta de 346,2%.

Mesmo com melhorias operacionais, a empresa encerrou o trimestre no negativo. O prejuízo líquido caiu 45,7%, de 256 milhões no 1T25 para 139 milhões no 1T26. Já o resultado financeiro teve virada, de déficit de 3 milhões para superávit de 13 milhões.

A demanda por passageiros aumentou 2,2% no 1T26 frente ao 1T25. O crescimento foi impulsionado pelo avanço de 5,7% no volume de passageiros com gratuidade; passageiros pagantes subiram 1,3%. No total, 118,4 milhões de passageiros foram transportados no 1T26.

O Bilhete Único permaneceu como principal meio de pagamento, responsável por 57,5% das viagens no período, com média de 756 mil entradas diárias. No 1T25, o share foi de 58,2%, com 749 mil entradas diárias.

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