- Ouro fechou em alta na Comex, com entrega de junho, a US$ 4.706,7 por onça-troy, alta de 0,42%.
- o ganho ocorreu após quedas anteriores, com recuo do petróleo e alívio na percepção de risco.
- as tensões no Oriente Médio continuam no radar, apesar do petróleo ter recuado na sessão.
- a visita de Donald Trump à China, para encontro com Xi Jinping, é acompanhada pela expectativa de reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar conflitos no Oriente Médio.
- dados de inflação nos EUA impulsionaram rendimentos dos Treasuries, o que pode reduzir o atrativo do ouro por não gerar juros.
O ouro fecharam em alta na Comex, com entrega prevista para junho, subindo 0,42% para US$ 4.706,7 por onça-troy. A sessão levou em conta alívio na percepção de risco, apesar das tensões no Oriente Médio persistirem. O recuo do petróleo ajudou a sustentar o movimento.
Após a queda no pregão anterior, o metal precioso ganhou suporte com a redução de perdas nos mercados globais e com a percepção de tranquilidade momentânea. Ainda assim, as tensões entre Estados Unidos e Irã seguem no radar dos investidores.
Mais cedo, o ouro chegou a recuar após dados de inflação dos EUA mostrarem números mais fortes, o que elevou os rendimentos dos Treasuries. Taxas mais altas tendem a reduzir o apelo do ouro, que não paga juros.
Contexto geopolítico
- No centro do cenário, permanece o impasse nas negociações de paz envolvendo EUA e Irã.
- A visita do presidente Donald Trump à China, para encontro com Xi Jinping, é acompanhada pela expectativa de discussões sobre o Estreito de Ormuz e a estabilização da região.
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