- A Ferragamo registrou queda de 1,2% na receita no primeiro trimestre.
- A queda foi puxada pela redução das vendas a varejistas terceirizados, que apagou o crescimento do negócio direto ao consumidor.
- O desempenho pune a estratégia de recuperação da marca, que busca equilíbrio entre canais.
- As vendas nas lojas próprias cresceram, indicando sinais de que o redesenho de produtos pode estar começando a render.
- O resultado complica o processo de reequilíbrio financeiro da empresa no ciclo de retomada.
A Ferragamo registrou queda de 1,2% na receita no primeiro trimestre, em meio ao recuo das vendas para varejistas terceiros. A diminuição acabou abatendo o crescimento do negócio direto ao consumidor da marca italiana, que busca uma recuperação de longo prazo.
A empresa informou que seus esforços para simplificar a oferta de produtos já mostram sinais de eficácia, com vendas mais fortes nas lojas próprias. Ou seja, o desempenho do canal de venda direta divergiu do desempenho dos pontos de venda de terceiros.
Quem está envolvido: a Ferragamo, fabricante italiana de itens de moda. Quando: primeiro trimestre do ano. Onde: atuação global da marca. Por quê: a desaceleração ocorreu principalmente devido ao recuo nas vendas para varejistas terceirizados, compensando a expansão do canal direto ao consumidor.
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