- Auditoria aponta prejuízo superior a 50 milhões de reais nas contas pessoais de Roberto Carlos após pente fino de quase dois anos.
- Advogados do cantor e de seu ex-empresário, Dody Sirena, buscam acordo fora dos tribunais; Roberto pondera que houve má gestão, não litígio imediato.
- Entorno do cantor trata a situação como possível fraude, enquanto uma fonte próxima afirma que a perda é pequena em relação ao patrimônio.
- A gestão da carreira é feita com apoio de Leonardo Esteves, filho do amigo Erasmo Carlos, incluindo a venda de shows.
- A equipe jurídica de Roberto não comenta; Dody Sirena não foi localizado para comentar.
A auditoria interna aponta um prejuízo pessoal acima de 50 milhões de reais nas contas de Roberto Carlos. A investigação, que durou quase dois anos, apura inconsistências financeiras no patrimônio do cantor, distinto das operações de suas empresas.
Segundo apuração da coluna GENTE, o rombo envolve o patrimônio pessoal do artista, não as empresas que administram seus negócios. Advogados de Roberto Carlos e de seu ex-empresário Dody Sirena têm feito reuniões para um acordo extrajudicial, em vez de litígio imediato.
O cantor alega que a perda decorre de má gestão, enquanto o entorno próximo vê possível fraude. Uma pessoa próxima ao rei afirma que o valor é expressivo, mas não compromete a vida financeira existente; a defesa considera prioridade recuperar o montante.
Envolvidos e desdobramentos
Roberto Carlos passa a gerenciar parte de sua carreira com a ajuda de Leonardo Esteves, filho do amigo Erasmo Carlos, que atua na venda de shows, entre outras atribuições. A equipe jurídica de Roberto não comentou o assunto, e Dody Sirena não respondeu às tentativas de contato.
Contexto legal e próximo passo
A prioridade é um acordo fora dos tribunais, segundo fontes vinculadas ao caso. Enquanto não há confirmação oficial, as partes seguem em tratativas para esclarecer as responsabilidades e, se cabível, reaver o valor envolvido.
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