- Os principais índices de ações de Nova York abriram em alta, com destaque para o setor de tecnologia, empurrando o S&P 500 e o Nasdaq a novas máximas e aproximando o Dow Jones de 50 mil pontos.
- Por volta das dez horas e trinta e cinco minutos, o Dow Jones subia 0,58%, para 49.981,36 pontos; o S&P 500 avançava 0,33%, para 7.469,76 pontos; e o Nasdaq ganhava 0,34%, para 26.491,106 pontos.
- entre os destaques, as ações da Cisco subiram 16,65% após resultados acima do esperado e anúncio de quase quatro mil demissões.
- a Nvidia avançava 2,59% após a Reuters informar que os Estados Unidos autorizaram cerca de dez empresas chinesas a comprarem o chip H200; outras fabricantes de chips também tiveram ganhos.
- segundo a CNBC, citando fontes, a guerra com o Irã foi um dos temas discutidos na reunião entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping, com ambos os lados concordando que o Estreito de Ormuz deve ser reaberto.
Os principais índices de ações de Nova York abriram em alta nesta quinta-feira, com o setor de tecnologia impulsionando o S&P 500 e o Nasdaq a novos patamares, enquanto o Dow Jones se aproxima dos 50 mil pontos. Investidores reagiram a resultados corporativos e ao encontro entre Trump e Xi.
Às 10h35 (Brasília), o Dow avançava 0,58%, aos 49.981,36 pontos; o S&P 500 subia 0,33%, a 7.469,76 pontos; e o Nasdaq ganhava 0,34%, aos 26.491,106 pontos. Entre os destaques, ações da Cisco saltaram 16,65% após resultados acima do esperado e anúncio de cortes de quase 4 mil empregos.
A Nvidia teve alta de 2,59%, após relatos de autorização norte-americana para compras de chip H200 por empresas chinesas, segundo a Reuters. Outras variações relevantes ficaram por conta de Broadcom (+3,43%), Marvell Technology (+2,76%) e Palantir (+1,46%), com o clima favorável ao impulso das IA.
Reunião Trump-Xi e o cenário geopolítico
Segundo a CNBC, citando fontes próximas, a guerra no Irã foi um dos temas centrais discutidos entre Trump e Xi Jinping nesta quinta-feira, com ambos os lados avaliando a reabertura do Estreito de Ormuz como objetivo comum.
O radar dos mercados permanece atento aos desdobramentos da reunião e às possíveis sinalizações sobre tensões no Oriente Médio, que podem influenciar fluxos comerciais e o preço do petróleo. Portfólios seguem ajustados a interpretações sobre avanços diplomáticos.
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