- Um exemplar de Pikachu Illustrator foi vendido por US$ 16,492,000 em leilão da Goldin Auctions, tornando-se a carta colecionável mais cara já registrada, com juiz do Guinness World Records supervisionando.
- O leilão, em fevereiro, ocorreu após Logan Paul vender a carta; ele a comprou em 2021 por mais de US$ 5 milhões e a protegida com uma redoma de diamantes de US$ 75 mil.
- O comprador brasileiro AJ Scaramucci pagou R$ 86 milhões pelo item, em uma transação que entrou para o recorde mundial.
- O mercado de cartas de Pokémon valorizou 3.821% entre 2004 e 2025, com novas edições mantendo o valor alto e estados de conservação influenciando os preços.
- Além de colecionar, investidores veem nas cartas potencial de jogo competitivos e de legado, com torneios mundiais da franquia influenciando a demanda e as cotações.
O negócio por trás das cartas de Pokémon crescendo para valores de dezenas de milhões de dólares ganhou destaque mundial. Em fevereiro, a Goldin Auctions realizou um leilão em que AJ Scaramucci, filho do investidor Anthony Scaramucci, pagou US$ 16,492 milhões por uma carta rara. O lance foi certificado pelo Guinness World Records como o mais caro de um cartão colecionável já leiloado.
Logan Paul, influenciador, vendeu a carta Pikachu Illustrator após tê-la adquirido em 2021, em Dubai, por mais de US$ 5 milhões. Para proteger a peça, criou uma redoma de diamantes de US$ 75 mil, que ele usou como colar em eventos públicos. A transação chamou a atenção de colecionadores e investidores.
O mercado de cartas evoluiu de hobby infantil a investimento multimilionário. No Brasil, Thiago Nigro, o Primo Rico, investiu cerca de R$ 4 milhões em uma carta, além de publicar conteúdo explicando o funcionamento do setor. Casos como esse sinalizam o interesse de investidores nacionais.
Dados de análise indicam valorização expressiva das cartas raras: entre 2004 e 2025, o ganho chegou a 3.821%. Atraídos por colecionar, investir ou competir, compradores buscam itens com diferentes motivações e estados de conservação. O equilíbrio entre oferta e demanda dita os preços.
A qualidade é fundamental. Cartas avaliadas por profissionais, como Professional Sports Authenticators e CGC Cards, recebem notas de 1 a 10. Mesmo modelos antigos podem valer mais com nota alta, justificando o cuidado com a preservação.
Entre as relíquias mais valorizadas, o Pikachu Illustrator de 1998 figura no topo, com nota PSA 10 e preço recorde de US$ 16,492 milhões. Em segundo lugar aparece o Charizard No Rarity de 1996, com valor acima de US$ 1,2 milhão, segundo a Goldin Auctions.
Outras peças de destaque incluem o #1 Trophy Pikachu (1997), vendido por US$ 982 mil, e o Charizard de 1999, com preço próximo a US$ 955 mil. A lista é concluída pelo Kangaskhan de 1998, com valor acima de US$ 640 mil.
No cenário global, o interesse é impulsionado tanto pela nostalgia quanto pela busca por ativos alternativos. A própria Pokémon Company mantém eventos mundiais de competição, como o Campeonato Mundial, que ajudam a manter o interesse ativo entre jogadores e colecionadores.
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