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Caso Master: PF diz que Vorcaro ocultou R$ 2,5 bilhões em conta do pai

PF aponta que Vorcaro e o pai esconderam 2,2 bilhões de credores e vítimas; Henrique Vorcaro foi preso nesta quinta-feira

Henrique Vorcaro
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  • A Polícia Federal aponta que Daniel Vorcaro, dono do Master, e seu pai, Henrique Vorcaro, ocultaram de credores e vítimas cerca de R$ 2,2 bilhões após o início das investigações.
  • O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) teria sangrado para cobrir o rombo do Master, enquanto o pai se beneficiava das desvios por meio de operações fraudulentas com fundos de investimento.
  • A nova fase da operação investiga grupos liderados por Daniel Vorcaro que atuavam de forma articulada para acessar dados protegidos e pressionar pessoas de interesse do Master.
  • Henrique Vorcaro foi preso na manhã desta quinta-feira (14/5). Ele é apontado como controlador do banco e conhecido no meio empresarial de Minas Gerais.
  • Segundo as investigações, Henrique aparecia desde o início como peça ligada às movimentações financeiras suspeitas do grupo.

A Polícia Federal aponta que Daniel Vorcaro, dono do Master, e seu pai, Henrique Vorcaro, ocultaram de credores e vítimas de fraudes um total de R$ 2,2 bilhões. As operações teriam ocorrido mesmo com o início das investigações.

Segundo os agentes, o dinheiro foi escondido na conta do pai, que atua como controlador do banco e é conhecido no meio empresarial de Minas Gerais. O objetivo seria desviar recursos e dificultar o rastreamento pelos investigadores.

A PF afirma que a nova fase da operação envolve grupos liderados por Daniel Vorcaro, que teriam atuado de forma articulada para acessar dados protegidos e pressionar pessoas ligadas ao Master.

Henrique Vorcaro foi preso na manhã desta quinta-feira (14/5). A força aponta que ele participava das movimentações financeiras suspeitas do grupo investigado e já era apresentado como peça-chave nas operações.

A investigação busca esclarecer os vínculos entre as movimentações e o rombo registrado no mercado financeiro, com foco em entender como o Fundo Garantidor de Créditos foi utilizado durante o desvio de recursos.

Ao longo das investigações, equipes federais monitoraram tentativas de ocultação de ativos e a ligação entre as contas da família e as empresas ligadas ao Master, para mapear possíveis beneficiários e responsáveis.

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