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CSN recebe mais propostas do que o esperado para venda do negócio de cimentos

CSN recebe propostas acima do esperado para o negócio de cimentos; venda avança para propostas vinculantes e due diligence, com conclusão no terceiro trimestre de 2026

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  • CSN recebeu propostas não vinculantes para a venda do negócio de cimentos em número acima do esperado, iniciando a fase para propostas vinculantes e, depois, due diligence.
  • A previsão é concluir as operações até o terceiro trimestre de 2026, conforme cronograma divulgado ao mercado.
  • O processo de propostas vinculantes deve começar na próxima semana, com breve prazo para afunilar e chegar a uma conclusão.
  • O percentual do negócio que poderá ser vendido depende dos interessados, com possibilidade de ter controle de 70%, 80% ou outra fatia, conforme apontado pelo CFO Marco Rabello.
  • O executivo destacou que a venda de ativos de infraestrutura também está dentro do cronograma, e que o primeiro trimestre de 2026 foi considerado excepcional, com recorde de produção própria e aumento no volume embarcado no terminal Tecar.

A CSN informou que recebeu mais propostas do que o esperado para a venda do negócio de cimentos e que o processo entrou em uma segunda fase. A definição envolve propostas vinculantes, seguida de due diligence, com objetivo de concluir as operações até o terceiro trimestre de 2026. O foco é a desalavancagem do balanço.

Segundo o CEO Benjamin Steinbruch, o recebimento de propostas não vinculantes ocorreu dentro do prazo. O grupo avalia as ofertas com a intenção de afunilar o processo rumo a propostas vinculantes em tempo curto para chegar a uma conclusão dentro do cronograma.

O CFO Marco Rabello confirmou que a próxima etapa começa na semana seguinte, com convites a parte das propostas preliminares para avançarem à due diligence. A etapa pode durar entre dois e três meses, com possível conclusão no terceiro trimestre de 2026.

Proposta de participação e infraestrutura

Rabello disse que a venda envolve o controle da CSN Cimentos, com ofertas vindas de compradores estratégicos. A fatia de controle depende dos interessados, podendo ficar entre 70% e 80% ou outra participação acordada.

Steinbruch informou que a venda dos ativos de infraestrutura também está dentro do cronograma. Rabello afirmou que novidades sobre esse processo devem figurar na próxima comunicação com investidores.

O executivo indicou que a CSN pode, no futuro, oferecer novas iniciativas de venda de ativos fora dos seus negócios principais. O objetivo é manter a estratégia de desalavancagem e acompanhar o cronograma definido.

Steinbruch destacou, ainda, o desempenho do primeiro trimestre de 2026 como excepcional, mesmo com chuvas que impactaram a operação. A CSN registrou recorde de produção própria e aumento de 6,7% vs. 2025, além de novo recorde de volume embarcado no Tecar, de 8,7 milhões de toneladas.

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