- A taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no primeiro trimestre, conforme a PNAD Contínua do IBGE.
- O aumento ocorreu em 15 unidades da federação.
- Os maiores patamares ficaram em Amapá (10%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%).
- As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
- Os dados foram divulgados em 14 de maio pelo IBGE.
O Brasil registrou aumento da taxa de desemprego no primeiro trimestre, puxado pela alta da PNAD Contínua do IBGE. A taxa subiu para 6,1% no período, indicando avanço em 15 unidades da federação. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, 14, pelo instituto.
O levantamento mostra que a inflação de postos de trabalho impactou mais estados da região Nordeste e de outras áreas, mantendo a média nacional em ascensão. A PNAD Contínua aponta variações por estado, sem reprovar mudanças de hábitos no mercado formal.
Entre os estados com maior desemprego estão Amapá, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Piauí, com taxas entre 8,9% e 10%. Em contraste, Santa Catarina, Mato Grosso, Espírito Santo, Paraná e Rondônia apresentaram as menores taxas entre 2,7% e 3,7%.
Desempenho por estados
- Amapá lidera com 10,0% de desocupação, seguido de Bahia, Alagoas e Pernambuco, todos com 9,2%.
- Piauí registra 8,9%.
- Santa Catarina figura com 2,7%, oscilando para baixo junto a Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
O IBGE ressalta que os dados consideram a população em idade ativa e o recorte por sexo, raça e faixa de renda, oferecendo leitura setorial sobre o mercado de trabalho brasileiro. As informações ajudam a monitorar tendências sazonais e regionais ao longo do ano.
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