- Desemprego de longo prazo, acima de dois anos, ficou em 1,089 milhão no primeiro trimestre, o menor da série histórica da PNAD Contínua (iniciada em 2012).
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- A queda é de 21,7% em relação ao mesmo período de 2025 (menos 302 mil pessoas) e de 37,8% desde o primeiro trimestre de 2012.
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- O grupo que procurava emprego por um ano até menos de dois anos somou 718 mil no primeiro trimestre de 2026, 9% a menos que no mesmo período de 2025, também o menor da série.
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- A parcela de desempregados que procura trabalho há mais de dois anos era de 16,5% no 1º tri de 2026, ante 18,4% em igual período de 2025.
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- A taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre para 6,1% no primeiro trimestre de 2026, com impacto de efeito sazonal de dispensa de temporários no início do ano.
O desemprego de longo prazo, definido como mais de dois anos, somou 1,089 milhão de pessoas no primeiro trimestre, menor patamar já registrado pela PNAD Contínua desde 2012. O recorte usa o critério de longo prazo, sem considerar quem busca trabalho há mais de um ano.
Segundo dados do IBGE, houve queda de 21,7% no total de desempregados de longo prazo em relação ao 1T de 2025, ou 302 mil pessoas a menos. Em relação ao 1T de 2012, a retração chega a 37,8%.
O segmento com busca por emprego entre um e dois anos teve 718 mil pessoas no 1T de 2026, 9% a menos que no 1T de 2025, também registrando o menor contingente da série histórica.
Na composição do desemprego, o grupo com busca superior a dois anos representava 16,5% do total no 1T/2026, ante 18,4% no 1T/2025. Entre quem procura por mais de um ano e menos de dois, são 10,9% e 10,4%, respectivamente.
A parcela de quem procura emprego há menos de um mês ficou em 21,2% no 1T/2026, ante 21,6% no 1T/2025, indicando leve queda nessa faixa.
A taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre de 2025 para 6,1% no 1T/2026. O aumento é visto como efeito sazonal, com dispensa de trabalhadores temporários no início do ano para atender demanda do período.
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