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Desemprego sobe em 15 estados no 1º trimestre de 2026

Desemprego sobe em 15 estados no 1º tri de 2026; Bahia tem a maior taxa (10,9%), Santa Catarina a menor (3,0%), com efeito sazonal

Desemprego avança em mais da metade dos Estados no início de 2026; na imagem, trabalhadores da construção
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  • Desemprego subiu em 15 dos 27 estados no 1º trimestre de 2026, segundo o IBGE; outros 12 ficaram estáveis e não houve queda.
  • Bahia tem a maior taxa de desocupação do país, 10,9%, seguida por Pernambuco, 10,8%, e Piauí, 10,2%.
  • Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego, 3,0%; Rondônia e Mato Grosso aparecem em seguida, com 3,5%.
  • Com alta trimestral, destacam-se Pernambuco (+2,5 p.p.), Piauí (+2,2 p.p.) e Paraná (+1,6 p.p.).
  • A informalidade varia de 25,3% em Santa Catarina a 57,8% no Maranhão; DF e São Paulo registram os menores níveis. O rendimento médio real permanece estável, com valores mais altos em DF, SP e Paraná e menores no Maranhão e Ceará.

O desemprego avançou em 15 das 27 unidades da Federação no 1º trimestre de 2026, segundo o IBGE. Os dados divulgados nesta quinta-feira mostram que 12 Estados tiveram estabilidade, e nenhum registrou queda. A leitura aponta fatores sazonais como influenciadores.

A Bahia lidera a lista com 10,9% de desocupação, seguida por Pernambuco (10,8%) e Piauí (10,2%). Santa Catarina fica com a menor taxa, em 3,0%, enquanto Rondônia e Mato Grosso aparecem empatados em 3,5%.

Entre as maiores altas, Pernambuco subiu 2,5 p.p., Piauí 2,2 p.p. e Paraná 1,6 p.p., na comparação com o quarto trimestre de 2025. O IBGE ressalta o papel de vagas temporárias encerradas no fim do ano anterior.

Informalidade e rendimento

A taxa de informalidade ficou entre 25,3% em Santa Catarina e 57,8% no Maranhão. Pará e Piauí também apresentaram índices elevados. Distrito Federal e São Paulo apresentaram os menores níveis de informalidade.

O rendimento médio real permaneceu estável para a maior parte do país. Os maiores valores aparecem no Distrito Federal, em São Paulo e no Paraná, enquanto Maranhão e Ceará registram os menores rendimentos.

Segundo o IBGE, o mercado de trabalho permanece resistente mesmo com a desaceleração observada no início de 2026.

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