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Dólar cai para R$ 4,98 com venda de dólares; Bolsa avança

Dólar encerra em R$ 4,986, queda de 0,45%, com venda de ativos após testar R$ 5; Ibovespa avança 0,8% e recua a pressão eleitoral

Imagem: History Channel Brasil
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  • O dólar comercial fechou em R$ 4,986, queda de 0,45%, após abrir em baixa durante a sessão.
  • Ontem o dólar fechou acima de R$ 5 pela primeira vez no mês, com alta de 2,3% após reportagem sobre Flávio Bolsonaro e Vorcaro.
  • O Ibovespa subiu, chegando a 178.521 pontos, alta de 0,80% perto do fim da sessão, após três quedas.
  • No exterior, o petróleo Brent fechou em US$ 105,72 por barril, alta de 0,09%, e o WTI ficou em US$ 101,17, alta de 0,15%.
  • O Senado dos Estados Unidos confirmou Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve, em mandato de quatro anos, para suceder Jerome Powell.

Após subir mais de 2% na sessão anterior, o dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5 ao fechar em R$ 4,986, queda de 0,45%. A mexida ocorreu após investidores venderem dólares para capitalizar a alta de ontem, quando a moeda atingiu o patamar superior a R$ 5 pela primeira vez neste mês.

A volatilidade também repercutiu na bolsa brasileira. O Ibovespa subiu 0,80% perto do fim do pregão, aos 178.521 pontos, após três sessões de queda que levaram o índice a tocar o menor nível desde 20 de março. A movimentação veio em meio a sinais de incerteza política e a divulgação de informações sobre figuras ligadas ao meio político.

O que motivou a variação cambial

Ontem, a venda de dólares por parte de investidores houve em meio a uma divulgação sobre negociações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme. O mercado interpretou a notícia como fator de pressão sobre o real, contribuindo para a elevação da moeda na véspera.

Desdobramentos no cenário externo

No cenário externo, o preço do petróleo teve leve alta, com o Brent a US$ 105,72 o barril e o WTI a US$ 101,17. A confirmação, pelo Senado dos EUA, de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve, também impactou os mercados, ao sinalizar possível ajuste da política monetária diante da inflação.

Contexto e impactos observados

A volatilidade cambial refletiu ainda o cenário político interno, com o Ibovespa reagindo a mudanças de expectativa sobre eleição e governança. O petróleo, por sua vez, manteve leve alta após relatos de esforço global para equilibrar oferta e demanda. A confirmação da nomeação para o Fed completou o quadro de fatores externos influentes.

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