- O dólar comercial fechou em R$ 4,986, queda de 0,45%, após abrir em R$ 5,02 e chegar a 4,97 pela manhã, estabilizando em 4,98 durante o dia.
- O Ibovespa subiu 0,72%, para 178.365 pontos, com destaque para Petrobras e bancos; o índice acumula queda de 3,12% na semana e 4,78% no mês.
- O cenário externo mais favorável ao risco, com sinais de distensão entre Estados Unidos e China, ajudou os ativos brasileiros.
- O petróleo fechou estável com leve alta: Brent em US$ 105,72 o barril e WTI em US$ 101,17, diante de tensões no Oriente Médio e possível ajuste de produção pela Opep+ (organização dos países produtores).
- O dia segue acompanhando repercussões políticas locais envolvendo senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que contribuíram para a volatilidade recente.
O dólar comercial fechou em R$ 4,986 nesta quinta-feira (14), com queda de 0,45%, após início de dia em R$ 5,02. A moeda recuou ao longo da manhã para R$ 4,97 e estabilizou em R$ 4,98 no final. O dia trouxe alívio após volatilidade da véspera.
A bolsa brasileira reagiu, com o Ibovespa subindo 0,72%, para 178.365 pontos. O desempenho foi puxado por ações da Petrobras e pelo setor financeiro, interrompendo três sessões de queda. No entanto, o índice acumula perdas na semana e no mês.
Cenário doméstico e políticos envolvidos
O ambiente doméstico segue sob repercussões políticas, envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tema de investigações que ampliaram a atenção sobre o mercado local.
Cenário externo e petróleo
No exterior, sinais de distensão entre EUA e China sustentaram o clima de maior apetite por risco. Os preços do petróleo oscilaram, com o Brent a US$ 105,72 e o WTI a US$ 101,17, em meio a tensões no Oriente Médio e ao possível ajuste da produção da Opep+. Com informações da Reuters.
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