- Brasil encerrou o primeiro trimestre com taxa de desocupação de 6,1% segundo o IBGE.
- Doze estados tiveram alta na desocupação em relação ao último trimestre de 2025; o Ceará mostrou o maior avanço, de 2,3 pontos percentuais.
- Em São Paulo houve aumento de 1,3 ponto percentual; o Rio de Janeiro apresentou estabilidade na comparação.
- No total, quinze dos vinte e sete estados registraram índices maiores de desocupação no período.
- O IBGE, seguindo a Organização Internacional do Trabalho, define desocupação como quem procurou ativamente recolocação nos trinta dias anteriores e estava disponível para trabalhar; ocupação inclui quem exerceu ao menos uma hora de atividade remunerada na semana anterior.
O Brasil encerrou o primeiro trimestre com taxa de desemprego de 6,1%. Doze estados registraram altas em comparação com o quarto trimestre de 2025, segundo o IBGE. Em alguns, o pleno emprego já é realidade, segundo a avaliação do instituto.
Entre os estados, o Ceará registrou o maior avanço, com aumento de 2,3 pontos percentuais. Em São Paulo, a elevação foi de 1,3 ponto, enquanto o Rio de Janeiro ficou estável na leitura. Os dados são da PNAD Contínua Trimestral, com base na metodologia da OIT.
Segundo o IBGE, a desocupação ocorre principalmente por desligamentos de temporários durante as festas de fim de ano, prática comum em setores de serviços e comércio. O levantamento também mostra que a ocupação considera pessoas que trabalharam mesmo por menos de uma hora na semana anterior.
A definição adotada pela OIT, considerada pela PNAD, acompanha dois critérios: quem procurou ativamente recolocação nos 30 dias anteriores e estava disponível para trabalhar na semana da entrevista; e quem já havia sido contratado, mas aguardava início de posto. Também é contabilizada a ocupação de quem teve qualquer atividade remunerada, mesmo informal.
- Onde e quando: Brasil, primeiro trimestre, comparando com o quarto trimestre de 2025.
- Quem está envolvido: população economicamente ativa, trabalhadores formais e informais, estados da federação e o IBGE.
- Por quê: variação sazonal de contratações temporárias no fim de ano e ajustes de mercado.
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