Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Foodtech no Amapá cria linguiça de peixe com geleia de gengibre

Amapesc, foodtech do IFAP, transforma pescado amazônico em linguiça e acompanhamentos; mira produção própria de até 200 kg/dia para o varejo

Élida Viana e as alunas Jiullie Monteiro e Nara Brazão : startup nasceu em laboratório do Instituto Federal do Amapá (Guilherme Gonçalves/Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • Amapesc, foodtech criada por professoras e alunas do Instituto Federal do Amapá, quer levar ao varejo linguiça de peixe e outros alimentos feitos com pescado amazônico e ingredientes regionais, como tucupi e cupuaçu.
  • O projeto foi apresentado no Bioeconomy Amazon Summit, em Belém, e já captou R$ 50 mil para aquisição de equipamentos e estruturação da produção própria.
  • A ideia nasce para facilitar o consumo de pescado, com produtos como linguiça de peixe pronta em cerca de 20 minutos e opções como bolinhos, defumados, além de molhos de tucupi com cupuaçu e uma geleia de gengibre.
  • A startup funciona, hoje, de forma artesanal, reúne seis pessoas ligadas à instituição e está montando uma estrutura de produção no Amapá para distribuir no varejo, inicialmente em supermercados e lojas especializadas em pescados.
  • A capacidade inicial prevista é de até 200 quilos por dia; as insumos vêm principalmente de cooperativas de pesca e agricultores familiares da região Norte, com foco em impacto social e ambiental.

Amapesc, startup de bioeconomia do Amapá, apresentou no Bioeconomy Amazon Summit (BAS) 2026, em Belém, uma linguiça de peixe e uma geleia de gengibre feitas com pescado amazônico e insumos regionais como tucupi e cupuaçu. A empresa foi criada por docentes e alunas do Instituto Federal do Amapá (IFAP) e busca levar produtos ao varejo.

A startup nasceu no laboratório do IFAP e já captou R$ 50 mil para aquisição de equipamentos e estruturação da produção própria. A previsão é iniciar as operações ainda em 2026, após atender requisitos sanitários e regulatórios. O projeto envolve seis pessoas ligadas à instituição.

Entre as sócias estão Élida Viana, professora, e Jiullie Monteiro, ex-aluna e atual parceira. A ideia surgiu de pesquisas em derivados de pescado para ampliar o consumo urbano, com formatos como linguiça, bolinhos e defumados.

A matéria-prima vem principalmente de cooperativas de pesca e agricultores familiares da região Norte, segundo as fundadoras. O objetivo é oferecer produtos com impacto social e ambiental, inicialmente para supermercados e lojas especializadas em pescados no Amapá, com expansão futura.

A capacidade inicial de produção projetada é de cerca de 200 quilos por dia, o equivalente a até três toneladas por mês. Há conversas com compradores de volumes maiores, ainda sem contratos fechados, conforme as sócias.

O ecossistema de bioeconomia no Amapá vem ganhando impulso com iniciativas como a Amapesc, associada a outros negócios locais. O BAS 2026, evento que reúne startups, investidores e pesquisadores, reforça o interesse por soluções sustentáveis ligadas à floresta amazônica.

Amapesc planeja ampliar a distribuição para o varejo regional e ampliar a linha com acompanhamentos inspirados em ingredientes da região, como molhos à base de tucupi com cupuaçu e geleias de gengibre. Feiras e apresentações atuais ajudam a levar os produtos ao conhecimento do público.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais