- O LinkedIn planeja demitir cerca de 5% dos funcionários, ou aproximadamente 875 pessoas, atingindo cinco divisões da empresa.
- O anúncio foi feito em memorando aos funcionários na quarta-feira, 13, segundo a Reuters e outras apurações.
- As mudanças visam tornar a empresa mais lucrativa e causar uma mudança radical no impacto da plataforma. O LinkedIn registrou 12% de aumento na receita no último trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.
- Além das demissões, haverá redução de investimentos em algumas áreas e foco em determinados processos, com prioridade rigorosa e decisões assertivas.
- Entre as medidas confirmadas estão: equipes ágeis com menos níveis hierárquicos e uso de IA; mudança no modelo de produção de conteúdo educacional para que instrutores possam produzir e monetizar ensino diretamente no LinkedIn; centralização de design de experiência do usuário para que equipes de produto lidem com tarefas rotineiras enquanto pesquisadores se dedicam a tarefas mais complexas.
O LinkedIn anunciou internamente uma rodada de demissões associada a mudanças estruturais na empresa. A informação, divulgada originalmente pela Reuters, foi confirmada por outros veículos. O comunicado foi encaminhado aos funcionários na quarta-feira, dia 13.
De acordo com o memorando assinado pelo CEO Daniel Shapero, cerca de 5% da força de trabalho deve ser atingida, o que corresponde a aproximadamente 875 funcionários. Cinco pilares operacionais seriam impactados, embora o número exato de demitidos não tenha sido divulgado pela companhia.
A companhia afirmou que as mudanças visam tornar a operação mais lucrativa e eficiente, com uma transformação “radical” no modo de atuar, enquanto a receita recente aponta crescimento. No último trimestre, o LinkedIn registrou aumento de 12% na receita frente ao mesmo período do ano anterior.
Mudanças profundas no LinkedIn
Além das demissões, há redução de investimentos em determinadas áreas e reorientação de prioridades. Executivos não detalharam os setores específicos, citando apenas uma “priorização rigorosa e decisões assertivas” para guiar o redesenho operacional.
O documento aponta a criação de equipes ágeis, com menos hierarquia e uso de IA para acelerar ações, seguindo modelos já adotados pela empresa. Também será alterado o modelo de produção de conteúdo educacional na plataforma, permitindo que instrutores produzam e monetizem seus cursos diretamente no LinkedIn.
Outra linha de atuação envolve centralizar recursos de design de experiência do usuário, com equipes de produto responsáveis por tarefas rotineiras, enquanto pesquisadores se dedicariam a funções mais complexas.
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