- O Mounjaro, da Eli Lilly, faturou 8,7 bilhões de dólares no primeiro trimestre, tornando-se o medicamento de maior receita global.
- O composto tirzepatida, vendido como Zepbound no exterior, ultrapassou o Keytruda, da MSD, com 7,9 bilhões de dólares no mesmo período.
- Em 2025, a tirzepatida gerou 36,5 bilhões de dólares para a Lilly, que hoje é a maior farmacêutica em valor de mercado.
- O Keytruda atingiu 31,6 bilhões de dólares de receita no ano anterior.
- O Mounjaro inaugurou a classe dos duplo agonistas para obesidade e diabetes; o principal concorrente é a semaglutida, vendida como Ozempic e Wegovy pela Novo Nordisk.
O Mounjaro se tornou o medicamento de maior receita global, segundo levantamento. Em apenas o primeiro trimestre de 2025, a Eli Lilly registrou 8,7 bilhões de dólares em vendas. O fármaco é aplicável a diabetes e obesidade.
A marca superou pela primeira vez o Keytruda, imunoterápico da MSD para câncer, que teve 7,9 bilhões de dólares em vendas no mesmo período. A mudança coloca o Mounjaro no topo do ranking mundial de drogas prescritas.
Dados são levantados pela Bloomberg Línea, com foco nas receitas de fabricantes e no desempenho de mercado no curto prazo.
Desempenho anual e posição de mercado
Em 2025, a tirzepatida — princípio ativo do Mounjaro, conhecido como Zepbound em indicações para obesidade — gerou 36,5 bilhões de dólares para a Lilly, que hoje é a maior farmacêutica em valor de mercado.
O Keytruda encerrou o ano anterior com 31,6 bilhões de dólares, consolidando sua posição de referência na imunoterapia contra o câncer.
Contexto tecnológico e concorrência
O Mounjaro inaugurou a classe de duplo agonistas para obesidade e diabetes, com aplicação semanal que mimetiza dois hormônios para saciedade, glicemia e perda de peso.
O principal concorrente global é a semaglutida, vendida como Ozempic e Wegovy pela Novo Nordisk, liderando há anos o segmento de tratamentos para diabetes e controle de peso.
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