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Operação em SP mira empresas do setor de plástico por fraude de R$ 2,5 bilhões

Operação em SP mira empresa do setor de plástico por fraude de R$ 2,5 bilhões com notas fiscais falsas, envolvendo 60 empresas fantasmas e prejuízo para 166 escolas

Empresas do setor de plástico são alvo de operação em SP por fraude de R$ 2,5 bilhões
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  • Fraude de R$ 2,5 bilhões envolve empresas do setor de plástico e mobilizou a Receita Federal, o Ministério Público e a Secretaria da Fazenda de São Paulo.
  • A operação ocorreu na capital paulista e em outras 13 cidades do estado, atingindo três grandes grupos empresariais.
  • O esquema usava importadoras, indústrias, cooperativas de reciclagem e 60 empresas de fachada que emitiam notas fiscais falsas para gerar créditos tributários.
  • O dinheiro desviado era redistribuído entre empresários e pessoas ligadas ao grupo; o crime estaria em prática há cerca de dez anos.
  • A Justiça bloqueou R$ 90 milhões dos suspeitos, e bens apreendidos incluíram imóveis de luxo, relógios e joias.

Uma operação da Receita Federal, do Ministério Público e da Secretaria da Fazenda de São Paulo apura fraude de cerca de R$ 2,5 bilhões envolvendo o setor de plástico. Segundo as autoridades, o esquema usava notas fiscais falsas para gerar créditos tributários e desviar recursos.

Dois grupos empresariais de grande porte, com atuação em importação, indústria de embalagens e cooperativas de reciclagem, foram alvo de buscas em São Paulo e outros 13 municípios do estado. Ao todo, 60 empresas de fachada emitiam notas frias para sustentar o golpe.

A investigação aponta que o dinheiro desviado alimentava um circuito de transferência entre empresários e pessoas ligadas ao grupo. O esquema teria funcionamento há aproximadamente dez anos, segundo as autoridades.

Entre os bens apreendidos, há relógios e joias, além de imóveis comprados com recursos desviados. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 90 milhões em nome dos suspeitos, facilitando a indisponibilidade de ativos.

O objetivo da ação é interromper o fluxo financeiro do esquema, identificar os responsáveis e repassar recursos recuperados aos cofres públicos. As apurações seguem com análise de documentos fiscais e balanços das entidades envolvidas.

Segundo a polícia, as investigações continuam para esclarecer a participação de cada empresa e o papel de cada interlocutor no desvio. Não houve, até o momento, a divulgação de prisões efetuadas durante a operação.

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