- O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Polícia Federal apreenderam cerca de 48 toneladas de açúcar VHP em Porto de Paranaguá, no Paraná, por suspeita de adulteração com materiais insolúveis, aparentemente areia.
- A fiscalização no porto detectou materiais insolúveis acima do limite permitido durante a coleta de amostras para verificar pureza e qualidade.
- Amostras foram encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás para confirmação analítica, com adoção de medidas administrativas cabíveis.
- Caso a adulteração seja confirmada, a carga será considerada imprópria para consumo e poderá haver investigação criminal; o material não possuía rastreabilidade.
- A empresa já foi multada, e, se comprovada a irregularidade, a decisão é destruir a carga; a operação é resultado de ação conjunta entre Mapa e Polícia Federal para combater fraudes em cargas de exportação.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Polícia Federal apreenderam cerca de 48 toneladas de açúcar VHP em Porto de Paranaguá, no Paraná, suspeitas de adulteração com materiais insolúveis, possivelmente areia. A operação ocorreu nesta quinta-feira (14/5).
Ao chegar ao porto exportador, o açúcar passou por fiscalização para verificar pureza e identificar contaminações. Durante a coleta de amostras, foram detectados materiais insolúveis em quantidade superior ao permitido, caracterizando adulteração da carga.
Diante da suspeita, auditores fiscais do Sipov/PR recolheram amostras para análise no LFDA/GO. O objetivo é confirmar a presença de areia e determinar as medidas cabíveis. A decisão sobre a carga depende do resultado analítico.
Se confirmada a adulteração, a carga será considerada imprópria para consumo e pode haver investigação criminal por fraude. A empresa já foi multada com base na análise de primeira instância. Não há rastreabilidade do material misturado.
A apreensão ocorre em meio a operações conjuntas do Mapa e da PF para combater fraudes em cargas de exportação. O Brasil é grande exportador de açúcar, o que reforça a necessidade de fiscalização rigorosa para manter a credibilidade do setor.
Conforme o Mapa, a ação está em curso desde 2024, buscando fortalecer a segurança, rastreabilidade e credibilidade de granéis como soja, farelo e açúcar na legalidade vigente.
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