- Hackers, amplamente considerados vinculados a grupos da Coreia do Norte, realizaram dois ataques a criptomoedas em abril, com pouco mais de duas semanas de intervalo.
- Os golpes renderam quase $ 600 milhões aos invasores.
- Os ataques provocaram saída de investidores de uma plataforma principal e levaram outra a falhar.
- Especialistas em cibersegurança ficaram mais alarmados com a forma como os hackers atuaram.
- A TRM Labs, empresa de forense de blockchain, aponta que os invasores teriam usado inteligência artificial para escolher alvos e desenhar as exploits.
Dois golpes contra o ecossistema de criptomoedas ocorreram em abril, com intervalo de pouco mais de duas semanas entre eles. As operações resultaram em quase US$ 600 milhões forçados para os invasores. Além do prejuízo financeiro, houve saída de investidores de uma grande plataforma e o colapso de outra, causando abalo no setor estimado em US$ 130 bilhões.
Grupos ligados à Coreia do Norte são, segundo a TRM Labs, fortemente associados aos ataques. As autoridades de segurança cibernética apontam que os invasores teriam utilizado inteligência artificial para selecionar alvos e estruturar as falhas exploradas.
O momento de vulnerabilidade apontado pelo levantamento amplia as preocupações sobre a sofisticação das ferramentas empregadas. Analistas ressaltam que a combinação de técnicas tradicionais de hacking com IA pode ampliar o alcance de ataques futuros, elevando a necessidade de defesas mais robustas no setor.
Entre na conversa da comunidade