- A participação do dólar nas reservas internacionais do Banco Central do Brasil caiu de 78,45% para 72% em 2025, segundo o BTG Pactual.
- O ouro passou a ser a segunda maior posição da carteira da autoridade monetária.
- O movimento é mais discreto do que o observado em outros bancos centrais, mas sinaliza uma mudança na estratégia de alocação.
- O BC voltou a comprar ouro para as reservas no ano passado.
- Enquanto China e Índia ampliam de forma agressiva a exposição ao ouro, o BC adota ritmo mais contido.
Em movimento discreto, o Banco Central do Brasil reduziu a exposição ao dólar em suas reservas internacionais, segundo análise do BTG Pactual. A participação da moeda norte-americana caiu de 78,45% para 72% em 2025.
Ao mesmo tempo, o ouro passou a ocupar a segunda maior posição da carteira da autoridade monetária, sinalizando uma mudança na estratégia de alocação. As mudanças foram modestas, mas indicam um reposicionamento frente a outras economias.
O BC voltou a comprar ouro no ano passado, consolidando a tendência de diversificação das reservas. A leitura do BTG Pactual contrasta com movimentos mais agressivos de bancos centrais como China e Índia, que ampliam rapidamente a exposição ao metal.
A análise aponta que a moderação no ajuste de ativos reflete fatores internos e externos, incluindo a volatilidade cambial e as regras de gestão de reservas. A equipe do BTG Pactual ressalta a importância de acompanhar o ritmo dessas mudanças ao longo de 2025.
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