- A BT reativou planos para vender ou fechar uma aliança estratégica com a sua divisão internacional, antes conhecida como BT Global.
- Entre os potenciais compradores constam AT&T, Orange e Verizon, conforme reportou a Sky News.
- O processo foi suspenso há um ano; a mudança faz parte da estratégia da CEO Allison Kirkby de direcionar recursos para o mercado do Reino Unido.
- A unidade internacional atua em países como Argentina, Brasil e Canadá e passou por simplificação sob a gestão de Clive Selley, incluindo a venda da Radianz; a BT é avaliada em cerca de £ 23,4 bilhões (aprox. € 26,878 milhões).
- Consultorias Lazard ou Goldman Sachs podem atuar como assessoras; BT, AT&T, Orange e Verizon não comentaram oficialmente, segundo a Reuters.
A BT retomou os planos de vender ou formar uma aliança estratégica para sua divisão internacional, anteriormente chamada BT Global. A operação envolve contatos com rivais do setor, incluindo AT&T, Orange e Verizon, conforme apurado pela Sky News.
A iniciativa ocorre um ano após a suspensão de um processo semelhante. A desincorporação faz parte da estratégia da CEO Allison Kirkby para direcionar recursos ao mercado britânico e frear a perda de clientes para concorrentes menores no Reino Unido.
A unidade internacional da BT mantém operações em países como Argentina, Brasil e Canadá. Sob a gestão de Clive Selley, a divisão passa por um esforço de simplificação, que já incluiu a venda da área de informações financeiras Radianz.
A BT avalia a venda de ativos no exterior como forma de reduzir custos e concentrar investimentos no núcleo britânico, informado por fontes do setor. A avaliação histórica coloca o valor total do grupo em torno de 23,4 bilhões de libras.
Sugestões de assessoria para as negociações apontam Lazard ou Goldman Sachs como potenciais conselheiros. A possível saída de mercados estrangeiros soma desinvestimentos recentes em EUA, Irlanda e Itália.
A empresa não comentou oficialmente as negociações em curso. Também não houve resposta de AT&T, Orange ou Verizon sobre o status das eventuais alianças, conforme apurado pela Reuters.
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