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Desemprego na Paraíba atinge menor nível em 14 anos

Paraíba registra desemprego de 7% no 1º trimestre de 2026, menor desde 2012, com 87 mil mais ocupados e queda de 16,1% de desocupados

Campina Grande, Sine-PB, Emprego, Empregos
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  • A taxa de desemprego na Paraíba ficou em 7% no primeiro trimestre de 2026, a menor desde 2012, ante 8,7% no mesmo período de 2025.
  • O número de pessoas ocupadas subiu 87 mil, de 1,621 milhão para 1,709 milhão, aumento de 5,4%.
  • O contingente de desempregados caiu 16,1%, indo de 154 mil para 129 mil.
  • No Nordeste, Maranhão (6,9%) e Paraíba (7%) apresentam as menores taxas de desemprego, ajudando a reduzir a média regional de 9,8% para 8,4%.
  • Os seis setores com mais pessoas ocupadas no 1º trimestre de 2026 foram: administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (370 mil); comércio e reparação de veículos (306 mil); informação, comunicação, atividades financeiras e administrativas (197 mil); construção (170 mil); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (154 mil); indústria geral (147 mil).

A taxa de desemprego na Paraíba atingiu 7% no primeiro trimestre de 2026, segundo a PNAD. O dado representa o menor nível desde 2012 para o estado. A queda ocorre frente ao mesmo período de 2025, quando foi de 8,7%.

Entre 2025 e 2026, houve aumento de 87 mil pessoas ocupadas, equivalente a 5,4%. A população ocupada passou de 1,621 milhão para 1,709 milhão. Os desempregados caíram 16,1%, de 154 mil para 129 mil.

No Nordeste, a Paraíba e o Maranhão apresentam as menores taxas de desemprego, ambas em 7%. Ceará fica com 7,3% e Rio Grande do Norte, 7,6%. Pernambuco, Alagoas e Bahia registram taxas mais altas, acima de 9%.

Situação por setores

  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 370 mil pessoas
  • Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas: 306 mil
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 197 mil
  • Construção: 170 mil
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 154 mil
  • Indústria geral: 147 mil

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