- O dólar comercial subiu 1,57%, para R$ 5,067, às 11h, enquanto o Ibovespa caía e era cotado perto de 175.839 pontos.
- O ambiente de aversão a risco também derrubou bolsas globais, com juros de títulos em alta.
- Treasuries de 10 anos passaram a render mais de 4,5%, e os Treasuries japoneses de 30 anos atingiram 4% pela primeira vez desde 1999.
- O foco dos mercados foi o impasse entre Estados Unidos e Irã e a impossibilidade de confirmar a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota de petróleo.
- O petróleo Brent subiu 2,31%, para US$ 108,16 por barril, após o fim da cúpula entre Trump e Xi Jinping, que não produziu acordo para normalizar o fluxo na região.
O dólar subiu mais de 1,5% e o Ibovespa operava em queda nesta sexta-feira, em sintonia com a aversão global a risco. O movimento acompanha a piora das condições de mercado após dúvidas sobre a normalização da oferta de petróleo no Oriente Médio.
O Ibovespa caía 1,42%, aos 175.839 pontos, enquanto o dólar comercial subia 1,57%, para 5,067 reais a meia manhã. O pano de fundo envolve o aperto nas negociações de energia e incertezas geopolíticas.
A turbulência também se refletiu no mercado de títulos global. A T-note de 10 anos superou 4,5% de rendimento, e o Treasuries japonês de 30 anos alcançou 4% pela primeira vez desde 1999.
O impasse entre Estados Unidos e Irã voltou ao centro, após o fim da cúpula entre Trump e Xi, sem avanços para reabrir o Estreito de Ormuz, rota crucial para o petróleo. A commodity voltou a subir nas bolsas internacionais.
Pontos de atenção entre investidores incluem a correção dos índices americanos, depois de um rali impulsionado pela inteligência artificial. O petróleo Brent operava em alta, em torno de 108,16 dólares por barril, com volatilidade persistente no curto prazo.
Perspectivas para petróleo e Ormuz
Analistas comentam que há divergências sobre a viabilidade de uma reabertura rápida do Estreito de Ormuz. Alguns veem custo mínimo para manter a via aberta, enquanto outros destacam incertezas políticas que devem manter a volatilidade.
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