- Após a assinatura do contrato, o processo ocorre em duas fases: construção e pós-entrega, com pagamento direto à construtora durante a obra e financiamento para quitar o saldo após a conclusão.
- Durante a construção, as parcelas seguem a tabela da construtora, com sinal, parcelas mensais, intermediárias e parcela de chaves; o valor varia conforme o imóvel e o contrato.
- As parcelas são corrigidas pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC) na obra; após a entrega, reajustes costumam seguir IPCA ou IGP-M, com possível cobrança de juros previstos em contrato.
- Com o Habite-se emitido, inicia-se o financiamento bancário para quitar o saldo; até lá, o relacionamento financeiro costuma ocorrer entre comprador e construtora, e a documentação precisa estar em dia.
- O FGTS pode ser usado para entrada, amortização ou quitação do saldo, e pode reduzir juros; itens de documentação costumam incluir RG, CPF, comprovante de renda, comprovante de residência e extratos do FGTS.
Após comprar um imóvel na planta, o caminho até as chaves envolve etapas financeiras e burocráticas, divididas entre a construção e o pós-entrega. O objetivo é transformar a promessa em aquisição definitiva com planejamento claro.
A decisão de investir em planta pode oferecer valores mais competitivos e potencial de valorização, além de maior flexibilidade no pagamento durante a obra. Especialistas destacam essas vantagens, sem indicar garantias de retorno.
Quem participa é o comprador, a construtora responsável pela obra e, ao final, o banco que pode financiar o saldo restante. O processo costuma começar com o contrato e seguir até a entrega das chaves.
Fase da construção
Durante a obra, o comprador paga à construtora conforme uma tabela de pagamentos. Os valores costumam incluir sinal, parcelas mensais, intermediárias e a parcela de chaves. O saldo final fica para o financiamento ou quitação.
O INCC é o principal fator de reajuste durante a construção, refletindo custos de materiais e mão de obra. Assim, parcelas mensais podem variar ao longo do tempo, impactando o planejamento financeiro.
Antes de fechar negócio, é essencial entender o total pago até a entrega e quais índices de correção serão aplicados. Juros contratuais também podem existir, exigindo cuidado no planejamento.
Financiamento e Habite-se
Quando a obra é concluída, o Habite-se da prefeitura atesta a conclusão e a conformidade com normas. A partir disso, o financiamento pode começar ou o saldo com a construtora pode ser quitado.
O comprador encaminha documentos ao banco, passa pela análise de crédito e assina o contrato de financiamento. A emissão do Habite-se evita atrasos que gerem juros adicionais.
FGTS e custos adicionais
O FGTS pode ser utilizado na compra de imóvel na planta, ampliando opções de entrada, amortização ou quitação do saldo. Trabalhadores com FGTS ativo podem obter facilidades de financiamento e, às vezes, taxas menores.
Além do valor financiado, é preciso prever custos com escritura, cartório, mudança, condomínio e IPTU após a entrega. Esses itens impactam o orçamento final.
Organização documental e erros comuns
Entre os documentos exigidos estão RG, CPF, comprovantes de renda e residência, certidões negativas quando necessárias, além de extrato do FGTS. Pendências podem atrasar a aprovação do crédito.
Erros comuns incluem falta de planejamento financeiro, parcelas acima da renda, não considerar reajustes do INCC, atraso na entrega de documentos e não comparar condições de financiamento.
Planejamento essencial
O planejamento é considerado a etapa mais importante. Avaliar orçamento familiar, reajustes futuros, custos extras e acompanhar a evolução da obra ajuda a evitar surpresas. Pesquisar reputação da construtora também é fundamental.
Com organização financeira e atenção aos contratos, comprar na planta pode oferecer condições mais acessíveis e potencial de valorização ao longo do tempo.
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