- Ongs ambientais, como WWF e SOS Mata Atlântica, lançam manifesto sobre turismo de natureza em São Paulo.
- Documento, capitaneado pelo Instituto Semeia, será entregue aos presidenciáveis nas eleições de outubro.
- O texto aponta potencial econômico de cerca de R$ 20 bilhões por ano com Parques Nacionais, incluindo Tijuca (RJ) e Iguaçu (Foz do Iguaçu).
- Estima-se que os parques possam receber quase 20 milhões de visitantes por ano até 2030.
- Evento de apresentação ocorre durante o Fórum de Turismo de Observação de Vida Silvestre.
Organizações ligadas ao meio ambiente lançaram nesta sexta-feira, 15, em São Paulo, um manifesto em defesa do turismo de natureza. O documento, capitaneado pelo Instituto Semeia, será entregue aos presidenciáveis nas eleições de outubro.
O material reúne a WWF e a SOS Mata Atlântica, entre outras entidades, com o objetivo de evidenciar o potencial econômico da conservação ambiental no Brasil. O foco são os Parques Nacionais, como Tijuca, no Rio de Janeiro, e Iguaçu, em Foz do Iguaçu.
Segundo o estudo divulgado no manifesto, os parques nacionais podem receber quase 20 milhões de visitantes por ano até 2030, gerando cerca de 20 bilhões de reais em impacto econômico.
Potencial econômico e exemplos internacionais
A diretora executiva do Semeia, Renata Mendes, citou casos internacionais em que parques e áreas protegidas impulsionaram a economia local e o turismo. Países como África do Sul, Chile, Costa Rica e Estados Unidos foram mencionados como referências.
Ela destacou que, com vontade política, o patrimônio natural pode se transformar em vetor de desenvolvimento socioeconômico e de orgulho nacional, segundo avaliação do grupo. O documento assinala a importância de políticas públicas alinhadas à conservação.
O manifesto intitulado Turismo de Natureza no Brasil: Conservação, Desenvolvimento e Orgulho Nacional será apresentado no Fórum de Turismo de Observação de Vida Silvestre, em São Paulo, nesta sexta. A cerimônia marcará a entrega aos candidatos à Presidência.
Parques brasileiros aparecem como casos centrais da proposta, entre eles o Parque Nacional da Tijuca, no Rio, e o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. A estimativa aponta que esses espaços podem se manter como motores de visitação e vagas de emprego.
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