- Empresário Ricardo Magro, dono da refinaria Refit, é alvo de nova operação sobre fraudes no setor de combustíveis.
- Magro vive em Miami desde 2016, de onde conduz seus negócios.
- STF determinou a inclusão do nome dele na lista vermelha da Interpol.
- Em 2008, Magro adquiriu a refinaria de Manguinhos por R$ 7 milhões.
- A investigação mira suspeitas de fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências nas operações da refinaria.
Ricardo Magro, empresário ligado ao setor de combustíveis, voltou a ser alvo de operação na sexta-feira, 15. A PF investiga fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências na operação da refinaria Refit, vinculada ao grupo que ele comanda no Rio de Janeiro. O STF incluiu o nome de Magro na lista vermelha da Interpol.
Magro vive em Miami desde 2016, de onde lidera seus negócios. Em 2008, ele adquiriu a refinaria de Manguinhos por R$ 7 milhões, dando origem ao que se tornou o foco principal das investigações. A apuração atual é parte de uma ofensiva maior contra sonegação no setor de combustíveis.
A operação de sexta envolveu buscas e apreensões relacionadas a empresas ligadas ao grupo Refit, com desdobramentos já observados em operações anteriores, em 2025. O objetivo é esclarecer indícios de irregularidades que envolvem a esfera tributária e transações patrimoniais.
Magro, que também atua como DJ na cena musical, mantém negócios sediados principalmente no exterior, com atuação destacada nos EUA. A família, de origem e trajetória complexas, figura em documentos de separação que exponham o estilo de vida no exterior.
Contexto empresarial
A Refit já havia sido alvo de uma grande operação em 2025, envolvendo uma rede de pessoas físicas e jurídicas ligadas aos negócios do empresário. A relação com a refinaria de Manguinhos é central para as investigações em curso.
Situação pessoal e trajetória
Magro tem raízes em São Paulo e uma trajetória familiar marcada por mudanças de atuação no setor de energia. Ao longo dos anos, passou por disputas judiciais, tributárias e investigações que atravessaram o Brasil e o exterior. Em comunicado divulgado pela empresa, os débitos apontados pela Fazenda paulista são objeto de questionamento judicial.
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