- Em março de dois mil e vinte e seis, o volume de transporte de passageiros caiu três vírgula quatro por cento ante fevereiro, descontadas as influências sazonais, marcando a segunda queda seguida e uma queda acumulada de quatro vírgula três por cento.
- O segmento ficou 22,1 por cento abaixo de fevereiro de dois mil e quatorze (ponto mais alto da série) e 1,7 por cento acima de fevereiro de dois mil e vinte.
- O transporte de cargas recuou um vírgula zero por cento em março de dois mil e vinte e seis, após alta de oito por cento no mês anterior, ficando 5,1 por cento abaixo do pico de julho de dois mil e vinte e três e 37,1 por cento acima de fevereiro de dois mil e vinte.
- Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o transporte de passageiros teve alta de dois vírgula oito por cento e o de cargas subiu dois vírgula cinco por cento.
- No acumulado do primeiro trimestre deste ano, passageiros avançaram dois vírgula três por cento ante igual período de dois mil e vinte e cinco, enquanto cargas cresceram um vírgula quatro por cento.
Em março de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 3,4% ante fevereiro, já descontadas as influências sazonais. A queda, a segunda consecutiva, acumulou uma queda de 4,3% no trimestre, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.
O transporte de cargas teve retração de 1,0% em março, após avanço de 0,8% em fevereiro. Nesse mês, o segmento ficou 5,1% abaixo do recorde alcançado em julho de 2023. Em relação ao nível pré-pandemia, o setor de cargas está 37,1% acima de fevereiro de 2020.
Na comparação com igual mês de 2025, sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 2,8% em março de 2026, após recuo de 4,0% em fevereiro. O transporte de cargas observou alta de 2,5% no mesmo confronto.
No agregado do primeiro trimestre deste ano, o transporte de passageiros avançou 2,3% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o transporte de cargas registrou crescimento de 1,4% no mesmo intervalo.
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