- A Vale vai pagar R$ 201 milhões em juros remuneratórios ligados à 11ª emissão de debêntures incentivadas, destinados aos debenturistas.
- O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, para investidores com posição em custódia no fechamento de 14 de maio, na B3 ou pelo Itaú Unibanco.
- A remuneração será dividida entre as três séries da 11ª emissão, com valores unitários de 33,85677466 para a primeira série (totalizar R$ 67,7 milhões), 33,24926076 para a segunda (totalizar R$ 66,5 milhões) e 33,40491982 para a terceira (totalizar R$ 66,8 milhões).
- Ao todo, a Vale desembolsará R$ 201.021.910,48 em juros remuneratórios.
- Debêntures incentivadas são títulos de dívida usados para financiar projetos estratégicos; neste caso, são simples, não conversíveis em ações e da espécie quirografária.
Vale (VALE3) informou que irá pagar R$ 201 milhões em juros remuneratórios vinculados às debêntures incentivadas da 11ª emissão. O montante será destinado aos detentores desses títulos e não envolve distribuição de dividendos aos acionistas.
O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, sexta-feira, para investidores com posição em custódia até o fechamento de 14 de maio. A liquidação ocorre via B3 ou pelo Banco Itaú Unibanco, responsável pela escrituração das debêntures.
Como serão distribuídos os juros
As remunerações abrangem as três séries da 11ª emissão, todas debentures simples, não conversíveis em ações e da espécie quirografária.
- Primeira série: 2 milhões de debêntures, valor unitário de R$ 33,85677466, total de R$ 67,7 milhões.
- Segunda série: 2 milhões de debêntures, valor unitário de R$ 33,24926076, total de R$ 66,5 milhões.
- Terceira série: remuneração de R$ 33,40491982 por debênture, total de R$ 66,8 milhões.
Ao todo, a Vale destinará R$ 201.021.910,48 a esses detentores.
Contexto sobre as debêntures incentivadas
Debêntures incentivadas são títulos de dívida emitidos para captar recursos, geralmente ligados a projetos estratégicos. Os investidores recebem remuneração conforme condições definidas na emissão, com previsibilidade de fluxo de caixa. No caso da Vale, os papéis citados integram a 11ª emissão da empresa.
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