- Venezuela registra inflação anual de 612% e Argentina, 32,4%; Costa Rica apresenta deflação de 1,64% (abril de 2026).
- Entre as maiores economias, Brasil fechou abril com IPCA de 4,39% e México, 4,45%; Colômbia ficou em 5,68%.
- Peru acelerou de 2,21% em fevereiro para 4% em abril; El Salvador subiu de 1,17% para 2,16%; República Dominicana passou de 3,46% para 5,56%.
- Uruguai voltou a subir, de 2,94% em março para 3,14% em abril, buscando aproximar-se da meta de 4,5%.
- Bolívia desacelera para 14,18% ao ano; Cuba registra 14,73% no mesmo período.
A inflação na América Latina mostrou avanços em abril de 2026 em grande parte da região, impulsionada pela alta de preços do petróleo. O recorte de dados oficiais revela variações significativas entre os países e entre os blocos econômicos.
No Chile, o IPC subiu 1% em março e 1,3% em abril, elevando a inflação acumulada para 4% em 12 meses ao fim de abril, segundo dados locais. O quadro chileno permanece abaixo de distúrbios estruturais vistos em outras nações.
Venezuela e Argentina aparecem como extremos, com inflação já apontando para patamares elevados: 612% e 32,4% respectivamente em 12 meses, não relacionados a conflitos recentes, mas a desequilíbrios históricos.
Costa Rica registra deflação de 1,64% em 12 meses, o único caso na região nesse sentido. Em outros países com inflação ainda baixa, já há sinais de aceleração em abril.
Peru passou de 2,21% para 4% no intervalo fevereiro-abril, enquanto El Salvador subiu de 1,17% para 2,16% e a República Dominicana de 3,46% para 5,56%.
Entre as maiores economias, Brasil encerrou abril com IPCA de 4,39% e México, 4,45%. Na Colômbia, a inflação anual ficou em 5,68%.
Uruguai registrou alta de 3,14% em 12 meses em abril, após recuo para 2,94% em março. O BC local busca aproximar o índice da meta central de 4,5%.
A Bolívia, que chegou próximo a 25% em julho de 2025, desacelerou e hoje está em 14,18% ao ano. Esse dinamismo reflete políticas locais e choques de preços globais.
Inflação na América Latina em abril de 2026: Venezuela 612%, Argentina 32,4%, Cuba 14,73%, Bolívia 14,18%, Colômbia 5,68%, Honduras 5,56%, República Dominicana 5,11%, México 4,45%, Brasil 4,39%, Chile 4%, Peru 4%, Nicarágua 3,55% (mar de 2026), Guatemala 3,4%, Uruguai 3,16%, Equador 2,6%, Paraguai 2,3%, El Salvador 2,16%, Panamá 0,9% (mar de 2026) e Costa Rica -1,64%.
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