- Goldman Sachs alerta que a Europa pode enfrentar aperto no fornecimento de combustível de aviação neste verão, devido ao fechamento contínuo do estreito de Hormuz.
- Michele Della Vigna, responsável pela pesquisa de recursos naturais para EMEA no Goldman Sachs, afirma que, se o estreito não reabrir, pode haver um ajuste de demanda por meio da precificação de racionamento.
- Esse mecanismo de preço buscaria reduzir a demanda para reequilibrar o mercado.
- A estimativa apresentada é de uma queda de cerca de 15% nos voos na Europa.
- A avaliação foi feita durante entrevista à Bloomberg Television.
O Goldman Sachs alerta que a Europa pode enfrentar aperto no abastecimento de jet fuel neste verão, devido ao fechamento contínuo do Estreito de Hormuz. A referência é a situação de oferta que pode piorar se o tráfego no estreito não for restabelecido.
Michele Della Vigna, chefe da pesquisa de recursos naturais para EMEA do banco, afirmou à Bloomberg Television que, sem a reabertura do estreito, seria necessário considerar mecanismos de precificação para reduzir a demanda. A ideia é calibrar o consumo para manter o equilíbrio do mercado.
Segundo a instituição, a medida pode levar a uma queda significativa na demanda de combustível de aviação na região europeia, com uma redução estimada de até 15% no número de voos.
O estudo analisa impactos para operadoras, distribuidores e consumidores na Europa, diante de interrupções potenciais no fornecimento de jet fuel e da necessidade de ajustes de preço caso a oferta se torne mais restrita.
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