- O ouro manteve-se em queda devido à falta de avanço na reabertura do estreito de Hormuz, o que aumenta preocupações com a inflação.
- O metal ficou próximo de $4.550 por onça, após recuo de quase quatro por cento na semana anterior.
- EUA e Irã continuam distantes de um acordo para reabrir o estreito e normalizar o fluxo de energia.
- O petróleo subiu, elevando as chances de alta de juros que pesariam sobre o ouro sem rendimento.
- Os mercados de bônus recuaram diante do ambiente de pressão inflacionária e de perspectivas de política monetária.
O ouro teve queda, enquanto a incerteza gerada pela continuação do fechamento do estreito de Hormuz alimentava preocupações com a inflação. O metal chegou a operar próximo de $4.550 por onça, após recuo de quase 4% na semana passada.
A sensação de estagnação decorre da ausência de progresso na reabertura do estreito, ponto estratégico para o fluxo de petróleo. Estados Unidos e Irã seguem afastados de um acordo para encerrar semanas de conflito e restabelecer a passagem marítima.
A elevação dos preços do petróleo, em meio ao risco de aperto monetário, aumenta a pressão sobre títulos de renda fixa e sustenta a dinâmica de ouro como ativo de proteção. Analistas avaliam impactos potenciais sobre a trajetória da política monetária.
Contexto geopolítico
As negociações entre EUA e Irã permanecem desalinhadas, mantendo o estreito de Hormuz essencialmente fechado. O cenário inflacionário global, atrelado à volatilidade energética, continua a influenciar movimentos de mercados.
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