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SuperAção SP aposta em inclusão produtiva para reduzir pobreza

SuperAção SP amplia para 48 cidades a jornada de inclusão produtiva, com visitas domiciliares, qualificação e incentivo ao empreendedorismo

O painel contou com a participação de Andrezza Rosalém, Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo.
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  • O governo de São Paulo amplia o SuperAção SP para 48 cidades da primeira onda, após piloto em oito municípios, com foco em qualificação, empregabilidade e empreendedorismo.
  • O programa acompanha famílias cadastradas no CadÚnico com renda per capita inferior a meio salário mínimo, por meio de visitas domiciliares, diagnóstico social, capacitação e conexão com oportunidades de trabalho.
  • A expansão ocorre em quatro regiões: Grande São Paulo (inclui Barueri, Embu das Artes, Itaquaquecetuba e novos municípios como Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e a capital), Campinas, Sorocaba e Baixada Santista.
  • O modelo envolve o Plano de Desenvolvimento Familiar e três módulos — Proteger, Desenvolver e Incluir — com trilhas de proteção social e de superação da pobreza, com acompanhamento de até dois anos e monitoramento adicional.
  • O investimento passa de R$ 1,5 bilhão, com recursos do Tesouro Estadual e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, visando beneficiar 105 mil famílias até 2027.

O governo do Estado de São Paulo amplia o SuperAção SP para ampliar inclusão produtiva e reduzir a pobreza. O programa passa da fase piloto para abranger as 48 cidades da primeira onda, com foco em qualificação, empregos e empreendedorismo.

A ação envolve 447 agentes e 42 supervisores que atuam junto a famílias cadastradas no CadÚnico, com renda per capita inferior a meio salário mínimo. O objetivo é oferecer acompanhamento individual e integração com políticas públicas.

A expansão ocorre em quatro regiões: Grande São Paulo, Campinas, Sorocaba e Baixada Santista. Cidades como Barueri, Guarulhos, Osasco e São Paulo entram na nova etapa, mantendo a atuação de visitas domiciliares.

O que é feito na prática

Agentes visitam lares, constroem com as famílias o Plano de Desenvolvimento Familiar e definem metas de educação, qualificação, emprego e renda. Os encontros seguem semanal, quinzenal ou mensal, conforme vulnerabilidade.

O programa é estruturado em três módulos: Proteger (acesso a benefícios), Desenvolver (educação e qualificação) e Incluir (entrada no mercado de trabalho ou empreendedorismo). Dois caminhos orientam as ações.

Como funciona a inclusão produtiva

A Trilha de Proteção Social atende famílias em situação crítica com suporte financeiro básico. A Trilha de Superação da Pobreza prioriza capacitação, formação profissional e inclusão produtiva. O acompanhamento pode durar até dois anos.

Ao longo do processo, a família recebe auxílio e incentivos que, conforme a trajetória, podem superar R$ 10 mil. O objetivo é criar autonomia financeira de forma sustentável, além de acesso a direitos.

Recursos e metas

O investimento total supera R$ 1,5 bilhão, com recursos do Tesouro Estadual e do BID. A ideia é beneficiar 105 mil famílias até 2027, fortalecendo empregabilidade, empreendedorismo e renda local.

O programa também conecta famílias a políticas públicas já existentes, superando barreiras de acesso por falta de informação ou deslocamento. A meta é criar caminhos duradouros de oportunidade.

Complementos da política

Além do SuperAção SP, o governo mantém o Programa Trampolim, com foco em qualificação técnica e soft skills. O Qualifica SP registrou 1,2 milhão de vagas de qualificação e 370 mil de emprego disponíveis.

O Caminho da Capacitação, com carretas adaptadas, leva cursos gratuitos a regiões com alta demanda, em parceria com instituições como o Centro Paula Sousa.

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