- O dólar comercial fechou em R$ 4,998, recuando 1,34%, após Trump sinalizar adiamento de ataque ao Irã.
- O Ibovespa encerrou aos 176.975,82 pontos, queda de 0,17%, salvando parte da sessão com a redução das tensões no Oriente Médio.
- Investidores estrangeiros retiraram R$ 3,9 bilhões da bolsa brasileira em maio, até a metade do mês.
- A sinalização de Trump ajudou a reduzir a aversão ao risco e a recuperação de moedas emergentes, inclusive frente a países como México, Chile e África do Sul.
- Petróleo: Brent fechou a US$ 112,10, alta de 2,6%, e WTI ficou em US$ 104,38, alta de 3,33%.
O dólar fechou abaixo de R$ 5 nesta segunda-feira (18), encerrando em R$ 4,998, com recuo de 1,34%. A sessão abriu em R$ 5,04 e ficou abaixo de R$ 5 perto do fim, após sinais de distensão no Irã. A bolsa teve leve baixa, com o Ibovespa em 176.975,82 pontos.
O recuo do dólar veio acompanhado de alívio nos mercados globais, com o adiamento de um ataque dos Estados Unidos ao Irã divulgado por Trump. A notícia diminuiu a aversão ao risco e ajudou moedas emergentes a recuperarem fôlego.
A divisa acumula alta de 0,92% em maio; em 2026, a queda atinge 8,93%. O Ibovespa chegou a cair 0,83% durante a tarde, mas encerrou com baixa de 0,17%. Segundo dados da B3, estrangeiros retiraram R$ 3,9 bilhões até a metade de maio.
Ofensiva adiada
A sinalização de Trump reduziu a pressão sobre ativos de risco e favoreceu ajustes de preços no câmbio. A medida abriu espaço para negociações diplomáticas entre EUA e Irã, reduzindo temores de escalada no Oriente Médio.
Fatores domésticos
Investidores avaliaram o cenário interno, incluindo juros mais elevados por mais tempo, conforme o Focus elevou a projeção da Selic para 13,25% em 2026. Dados do IBC-Br para março mostraram queda de 0,7%, superando estimativas.
Petróleo
O petróleo seguiu valorizando globalmente, com Brent em US$ 112,10 (-2,6% após recuo). O WTI, referência norte-americana, fechou em US$ 104,38, alta de 3,33%.
Fonte: Reuters
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