- A Asserttem projeta cerca de 600 mil contratos temporários no segundo trimestre de 2026 (abril a junho), estável frente ao mesmo período de 2025.
- A previsão considera datas sazonais, como Dia das Mães, Dia dos Namorados e a Copa do Mundo, com maior demanda em e-commerce, logística, vestuário e calçados.
- A distribuição prevista de vagas é: indústria cerca de 40%, serviços 30%, comércio 25% e outros 5%.
- No primeiro trimestre, entraram cerca de 800 mil contratos temporários, ritmo similar ao visto em igual período de 2025, com início mais lento e recuperação até março.
- A Employer lançou uma cartilha com orientações sobre o uso do trabalho temporário; o material está disponível para download e destaca a importância de seguir a legislação e planejar as contratações.
O mercado de trabalho temporário deve manter estabilidade no segundo trimestre de 2026, com cerca de 600 mil contratos previstos entre abril e junho. O dado é da Asserttem, entidade que representa o setor, e acompanha o volume do mesmo período de 2025.
A projeção leva em conta datas sazonais como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados, além da Copa do Mundo, que deve impulsionar setores como comércio e serviços. Regiões com maior demanda devem concentrar atividades em e-commerce, logística, vestuário e calçados.
A distribuição de vagas segue o padrão do setor: indústria 40%, serviços 30%, comércio 25% e outros 5%. No primeiro trimestre, foram registrados cerca de 800 mil contratos temporários, ritmo estável frente a 2025.
Cartilha orienta uso do temporário
A Employer lançou uma cartilha com conceitos, critérios legais e exemplos práticos para orientar decisões de contratação. O material destaca a importância do trabalho temporário para operações em picos de demanda, desde que respeitados os limites legais.
A vice-presidente da Employer, Vânia Montenegro, destaca que o aumento das contratações exige preparo das áreas de recursos humanos. A escolha pelo modelo adequado permanece essencial, mesmo com necessidade de agilidade.
A Asserttem reforça que, mesmo com estabilidade no volume, o temporário continua relevante para o acesso ao mercado formal. Cerca de 20% dos contratados nesse regime acabam efetivados ao longo do ano.
Montenegro acrescenta que a precisão na aplicação do modelo é crítica. Segundo ela, o temporário continua porta de entrada, mas exige planejamento para evitar erros na contratação.
A cartilha está disponível para download, segundo a Employer, e foca em orientar sobre uso responsável do temporário. A instituição ressalta a importância de evitar abusos e manter conformidade legal.
Entre na conversa da comunidade