- Ghana quer que minas de grande porte vendam pelo menos 30% da produção anual ao banco central para reforçar o refino local e as reservas de câmbio.
- A medida acrescenta 10% à cota já obrigatória de 20% que hoje deve ser vendida ao Ghana Gold Board, instituição estatal.
- Hoje as minas vendem ouro refinado; com a nova regra, os 30% seriam comprados como doré (ouro não refinado).
- A intenção é abastecer as refinarias locais com doré, fortalecendo a cadeia de valor doméstica.
- A proposta foi apresentada por Paul Bleboo, chefe de gestão de ouro do banco central.
Ghana planeja aumentar a participação de ouro das grandes minas vendendo 30% de sua produção anual ao banco central. A medida visa ampliar o refino local e reforçar as reservas de divisas do país.
A proposta eleva em 10 pontos percentuais o patamar atual de 20% de vendas ao Estado, mantido pela Ghana Gold Board. A nova regra prevê que toda a parcela de 30% seja comprada como doré, ou ouro não refinado, para abastecer as refinarias locais.
Segundo Paul Bleboo, chefe de gestão de ouro do banco central, o objetivo é ampliar o refinamento doméstico e reduzir dependência de importações. A mudança depende de aprovações regulatórias e de ajustes operacionais nas minas.
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