- Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, disse que a preocupação com a queda dos mercados faz parte do seu trabalho, ao chegar à reunião do G-7 em Paris.
- Lagarde respondeu aos jornalistas com tom bem-humorado ao ser questionada sobre as vendas em títulos globais.
- O presidente do Bundesbank, Joachim Nagel, afirmou que os bancos centrais podem fazer muito mais para acalmar os mercados e dar impulso positivo.
- Os mercados globais de títulos vinham caindo, pressionados pelo aumento dos preços da energia causado pela guerra no Oriente Médio, o que elevou temores de inflação.
- Investidores passaram a apostar mais em altas de juros por parte de bancos centrais ao redor do mundo.
A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, afirmou que sua preocupação com a onda de vendas nos mercados globais de títulos faz parte de seu trabalho. Ela respondeu aos jornalistas ao chegar à reunião do G-7 em Paris.
Ao chegar ao encontro, Lagarde disse que a prudência diante dos movimentos do mercado é natural para quem ocupa o cargo. O tom foi bem-humorado, segundo relatos das agências presentes.
Em paralelo, Joachim Nagel, presidente do Bundesbank, ressaltou que os bancos centrais podem atuar para acalmar os mercados e oferecer um impulso positivo, em linha com as expectativas de política monetária.
Contexto de Mercados
Os preços de títulos globais recuaram mais na manhã desta segunda-feira, com a alta de custos de energia, atribuída à guerra no Oriente Médio, alimentando temores de inflação e pressões por novas altas de juros.
Mercados já precificavam movimentos adicionais de bancos centrais, diante da possibilidade de aperto monetário mais intenso, conforme notas de mercado divulgadas pela imprensa especializada.
Segundo agências, investidores monitoravam discursos de dirigentes, dados de inflação e sinais de política monetária para calibrar posições diante do cenário geopolítico e econômico atual.
Os relatos indicam que a agenda do G-7, em Paris, incluía discussões sobre estabilidade financeira, coordenação de respostas a choques energéticos e perspectivas macroeconômicas globais.
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