- Em 18 de maio, a Receita Federal interditou dois dos principais centros comerciais do Brás, em São Paulo, para combater pirataria ligada à Copa do Mundo.
- Os alvos foram o Shopping 25 Brás e o Shopping Stunt, que somam cerca de duas mil lojas; os espaços ficarão fechados por pelo menos duas semanas para fiscalização.
- A ação mira camisas de seleções, itens esportivos relacionados à Copa, eletrônicos importados irregularmente e cigarros eletrônicos, com apreensão de mercadorias sem documentação.
- Comerciantes devem apresentar notas fiscais e comprovantes de origem; mercadorias regularizadas serão liberadas, enquanto itens sem documentação podem ser apreendidos, com possibilidade de recuperação posterior.
- A Associação de Lojistas do Brás afirmou que o comércio formal não é pirataria e que ações de fiscalização são importantes para proteger negócios legalizados.
A Receita Federal encerrou uma megaoperação que interditou dois dos principais centros comerciais do Brás, em São Paulo. A ação combate pirataria associada à Copa do Mundo e venda de produtos irregulares.
Os alvos foram o Shopping 25 Brás e o Shopping Stunt, que somam cerca de 2 mil lojas. As galerias devem permanecer fechadas por pelo menos duas semanas para fiscalização das mercadorias.
A operação teve início nas primeiras horas da manhã, sem confrontos, e provocou bloqueios de acesso para lojistas e funcionários. A fiscalização verifica a procedência de mercadorias.
Detalhes da operação
A ênfase está na circulação de itens ligados ao universo esportivo, como camisas de seleções e produtos da Copa do Mundo, além de eletrônicos importados irregularmente e cigarros eletrônicos, proibidos no país.
Durante a inspeção, comerciantes precisam apresentar notas fiscais e documentos que comprovem a origem dos itens. Mercadorias regularizadas serão liberadas; as irregulares serão apreendidas.
Mesmo com a apreensão, lojistas podem apresentar comprovantes depois para tentar recuperar produtos recolhidos. As ações de verificação devem ocorrer gradualmente nos próximos dias.
Repercussão e posicionamento
A Associação de Lojistas do Brás afirmou que o comércio formal não representa pirataria e que muitos lojistas trabalham com produção nacional e distribuição legal. A entidade ressalta a participação de fiscalizações para proteger empresas regulares.
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