Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PIB prévio recua em março com queda nos serviços, agro e indústria

IBC-Br cai 0,7% em março; serviços recuaram 0,8%, agro e indústria também caem, ainda assim trimestre acumula alta de 1,3% e sinaliza economy positiva em 2025

IBC-Br do Banco Central aponta desaceleração da atividade econômica no mês, mas alta de 1,3% no primeiro trimestre do ano. (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo / arquivo)
0:00
Carregando...
0:00
  • O IBC‑Br (prévia do PIB) caiu 0,7% em março, na comparação com fevereiro, segundo o Banco Central.
  • Serviços registrou a maior queda, de 0,8%; agropecuária e indústria caíram 0,2% cada.
  • Apesar da queda, o indicador acumula alta de 1,3% no trimestre.
  • Em março ante março do ano anterior houve alta de 3,1%; nos 12 meses, avanço de 1,8%.
  • O IBC‑Br é visto como termômetro do PIB e pode influenciar a trajetória da Selic; para 2026, Focus aponta alta de cerca de 1,85%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, caiu 0,7% em março ante fevereiro. O recuo atingiu os três grandes grupos que compõem o indicador, sinalizando menor ritmo da atividade econômica no país.

Entre os setores, o destaque negativo ficou com serviços, que caiu 0,8% no mês, o pior desempenho. Agropecuária e indústria recuaram 0,2% cada, sugerindo perda de ritmo em áreas estratégicas para o crescimento.

A leitura de março substitui o avanço de 0,6% registrado em fevereiro, quando o indicador também mostrou variação positiva frente a janeiro. Mesmo assim, o IBC-Br acumula alta de 1,3% no trimestre, apontando incremento agregado mesmo com o recuo mensal.

Dinâmica sazonal e comparação anual

O Banco Central utiliza ajuste sazonal para calcular o resultado mensal, eliminando oscilações sazonais. Sem esse ajuste, o desempenho mostraria crescimento em diferentes recortes.

Na comparação com março de 2024, o IBC-Br avançou 3,1%. O acumulado de 12 meses registra alta de 1,8%, e o ano apontaria crescimento de 1,4% sem ajuste sazonal.

Perspectivas e contexto econômico

O IBC-Br funciona como termômetro do PIB, influenciando decisões sobre a política de juros. Dados positivos podem alimentar pressões inflacionárias, enquanto números negativos apontam desaceleração e menor consumo.

Para 2026, economistas projetam alta de 1,85% no PIB, segundo o Relatório Focus. Se confirmado, ficará abaixo dos desempenhos de 2023 e 2024, quando houve crescimento de 2,9% e 3,4%, respectivamente.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais