- Reguladores dos EUA devem apresentar ainda nesta semana um plano para reformar como os examinadores avaliam bancos de forma confidencial.
- O plano redesenharia o framework CAMELS, usado para classificar bancos em capital, qualidade dos ativos, gestão, rentabilidade, liquidez e sensibilidade ao risco de mercado.
- As notas CAMELS geram uma classificação geral que determina o nível de supervisão, as atividades permitidas e o capital que o banco precisa manter.
- A mudança deve ser recebida como favorável por instituições financeiras e analistas, segundo pessoas familiarizadas com o tema.
O conteúdo aponta que reguladores dos EUA devem apresentar ainda nesta semana um plano para reformular a forma como avaliadores classificam bancos de modo confidencial. A medida, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, pode trazer apoio do setor financeiro. O objetivo é redesenhar o processo de avaliação.
O CAMELS, framework tradicional, analisa capitalização, qualidade de ativos, gestão, lucratividade, liquidez e sensibilidade ao risco de mercado. As notas resultantes influem na nota final, no nível de supervisão, nas atividades permitidas e no montante de capital que o banco precisa manter.
O plano seria divulgado ainda na semana, com detalhes sobre mudanças no procedimento de avaliação. Autores do documento pretendem manter a essência do CAMELS, mas ajustar critérios e a forma de aplicação para tornar as decisões mais claras para o mercado.
Mudanças no CAMELS
Entretanto, fontes ressaltam que as mudanças visam mais transparência e consistência na avaliação. Não há ainda confirmação sobre prazos de implementação ou impactos específicos para instituições de diferentes portes. Economia e reguladores acompanham os desdobramentos com interesse.
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