- O Ibovespa fechou aos 174.278 pontos, queda de 1,4% e menor nível desde o início de janeiro.
- O dólar comercial terminou em R$ 5,20, alta de 2,1%, atingindo o maior valor desde janeiro.
- A queda reflete aversão ao risco devido a incertezas políticas internas e tensões entre Estados Unidos e China, além de dados de desaceleração econômica e expectativa de alta de juros pelo Banco Central.
- O volume negociado na bolsa foi de R$ 15 bilhões, alta de 20% em relação ao dia anterior.
- No exterior, Dow Jones caiu 1,2% e Nasdaq caiu 1,5%, com o mercado monitorando política monetária e conflitos geopolíticos.
O Ibovespa caiu ao menor nível desde o início de janeiro, fechando em 174.278 pontos na segunda-feira (19/5). A sessão registrou queda de 1,4% em relação ao pregão anterior, com o dólar(+2,1%) a R$ 5,20, no maior valor desde janeiro. Movimentação corporativa ficou pressionada pela aversão ao risco.
Analistas apontam que tensões no cenário político interno, especialmente as eleições presidenciais de 2026, somadas a instabilidades externas, contribuíram para o recuo. Dados de atividade econômica indicaram desaceleração no Brasil, além da perspectiva de alta de juros pelo Banco Central para conter a inflação.
O volume negociado na bolsa atingiu R$ 15 bilhões, alta de 20% ante o dia anterior, refletindo maior volatilidade e interesse variável de investidores por ativos considerados mais seguros, como dólar e títulos públicos. Ainda assim, parte do mercado vê oportunidades de compra, diante de possíveis ajustes no curto prazo.
Mercado internacional
No exterior, Dow Jones caiu 1,2% e Nasdaq recuou 1,5%. Bolsas asiáticas também fecharam em queda, em meio a cautela com a desaceleração global e tensões geopolíticas. Decisões de política monetária do Federal Reserve também acompanharam o humor dos mercados.
Perspectivas e cenário interno
Especialistas recomendam cautela e diversificação de carteira, com monitoramento contínuo de notícias políticas e econômicas. Expectativa de volatilidade persiste até que haja definição mais clara de cenário político e avanços nas negociações internacionais.
Fonte: análise de mercado e dados disponíveis até 19/5. Autor: Luciana Rezende.
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