- Brasil é o país da América Latina com a maior reserva de ouro mantida por bancos centrais, com 172,4 toneladas (dados de março de 2026).
- O México fica em segundo na região, com 120,1 toneladas; a Argentina ocupa a terceira posição, com 61,7 toneladas; Peru, 34,7; e Equador, 26,3.
- Venezuela não aparece no ranking oficial desde 2018; estimativas apontam cerca de 161,2 toneladas, sem confirmação recente.
- No ranking global, os Estados Unidos lideram com 8.133,46 toneladas; o Brasil aparece em 14º, com 172,44 toneladas.
- O 15º colocado no ranking mundial é a Líbia, com 146,65 toneladas.
O Brasil permanece como o país da América Latina com a maior reserva de ouro mantida por bancos centrais, segundo dados de março de 2026 divulgados pelo World Gold Council. A instituição aponta 172,4 toneladas nas reservas oficiais brasileiras.
O segundo colocado é o México, com 120,1 toneladas, seguido pela Argentina, com 61,7 toneladas. Peru aparece com 34,7 toneladas e Equador com 26,3 toneladas. Venezuela não tem dados oficiais recentes, o que impede seu ranking atual.
Venezuela não entra no ranking oficial por desatualização desde 2018, mas estimativas apontam cerca de 161,2 toneladas, o que, se comprovadas, colocariam o país em posição próxima aos líderes da região. A atualização depende de fontes oficiais.
Ranking da América Latina
O Brasil lidera a região com 172,4 toneladas de ouro. Em seguida aparecem México (120,1 t) e Argentina (61,7 t). Peru soma 34,7 t e Equador, 26,3 t, completando os cinco primeiros.
Entre os demais países, Bolívia registra 22,5 t, Guatemala 15,5 t, Paraguai 8,2 t, Colômbia 4,7 t e El Salvador 2,1 t. Esses dados ilustram a distribuição regional das reservas oficiais.
Ranking global
No cenário mundial, os Estados Unidos ocupam o topo com 8.133,46 toneladas. Itália fica em segundo, com 2.451,84 t, e China em terceiro, com 2.313,46 t.
A Rússia aparece em quarto lugar, com 2.304,75 t, seguida por Índia (880,52 t) e Japão (845,97 t). Entre outros, Polônia, Turquia, Uzbequistão, Cazaquistão e Reino Unido aparecem na sequência. Brasil ocupa a 14ª posição global, com 172,44 t.
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